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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

17º Seminário de EBD - Curitiba



Maiores informações
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Lição 09: A Evangelização das crianças (Adultos)



Dinâmica: Evangelizando crianças

Objetivo:
Despertar nos adultos como se faz a apresentação da salvação para as crianças, utilizando linguagem e recurso visual adequado a elas.

Material:
“Livro sem palavras” com 05 páginas(01 dourada, 01 preta, 01 vermelha, 01 branca, , 01 verde).
Observação: O departamento infantil da igreja deve ter este livro.

Procedimento:
Antes da aula:
- Convidem 01 professora do Departamento Infantil para apresentar como é realizada a evangelização de crianças na Escola Dominical, no culto Infantil, na Escola Bíblica de Férias.
- Peçam para que no dia da aula da classe de adultos, ela também apresente a história do “Livro sem palavras”.

Durante a aula:
1 - Apresentem o livro sem palavras e perguntem: Vocês conhecem este livro?
Aguardem as respostas.
Observação importante:
A ideia de apresentar o “Livro sem palavras” não é de infantilizar a aula dos adultos, mas fazê-los entender como se faz a evangelização das crianças.
2 - Falem: Este livro não foi produzido recentemente. Há um fato curioso sobre ele que aconteceu em 1866, através do pastor e pregador Spurgeon.
Mas, quem foi Spurgeon?
Spurgeon(1834-1892) era pregador, autor e editor britânico. Foi pastor do Tabernáculo Batista Metropolitano, em Londres, desde 1861 até a data de sua morte. Fundou um seminário, um orfanato e editou uma revista mensal chamada “Sword and Trowel”. Conhecido como “Príncipe dos Pregadores”, Spurgeon escreveu muitos livros e artigos, particularmente na área devocional”( http://voltemosaoevangelho.com/blog/autor/charles-h-spurgeon/).
3 - Leiam ou contem para os alunos o fato curisoso(postado abaixo), sendo assim vocês estarão despertando o interesse dos alunos sobre o “Livro sem palavras”:
“O Livro Sem Palavras, primeiro com apenas três páginas — nas cores preta, vermelha e branca — foi apresentado por Charles Spurgeon em 1866. Ao pregar no Tabernáculo Metropolitano, em Londres, o seu sermão tinha por título “O Livro Sem Palavras”. Spurgeon falou sobre um antigo ministro que reuniu três páginas e folheava-as frequentemente para lembrar-se dos seus pecados, do sangue de Cristo derramado por ele e da purificação ‘mais branca do que a neve’ que lhe foi outorgada.
Não se sabe quando a página dourada foi acrescentada, mas ela trouxe outra dimensão ao livro, retratando o amor de Deus e as glórias do Seu lar celestial. Nove anos mais tarde, D. L. Moody usou o livro colorido num culto para crianças onde cerca de 12 mil estavam presentes para ouvir a sua mensagem sobre um “livro de quatro páginas — nas cores preta, vermelha, branca e dourada.
Em 1895, o livro foi levado à India por Amy Carmichael. Amy e sua auxiliar fizeram uma bandeira de cetim nas cores dourada, preta, vermelha e branca, e puseram-na no seu carro puxado por bois, indo de aldeia em aldeia divulgando o Evangelho no sul da Índia. — Um texto muito útil para um sermão de improviso — comentou Amy. Nos grupos menores ela usava o pequeno livro em vez da bandeira” (Bíblia de Recursos para Crianças – Ed. Hagnos – p. 20).
4 - Agora, a professora do departamento Infantil vai contar a história do “Livro sem palavras”, que normalmente têm as seguintes ideias:

PÁGINA DOURADA
Esta página dourada fala-nos do Céu. Não posso dizer como é lindo o Céu, mas há um versículo da Palavra de Deus que nos dá uma ideia. É o Apocalipse 21:21 “E as doze portas eram doze pérolas...A praça da cidade é de ouro puro.”
Mais do que isso, o céu é um lugar de alegria. Ninguém fica doente no Céu. Não há dores, nem sofrimentos, nem tristezas. Melhor ainda, ninguém morre. “E Deus enxugará dos olhos as lágrimas e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor” (Ap 21:4)
Somente Deus poderia criar um lugar tão maravilhoso. Já sabias que Deus te ama tanto que quer que estejas no Céu com Ele para sempre?  Quando o Senhor Jesus voltou para o céu depois de morrer na cruz e ressuscitar dos mortos, Ele disse que ia preparar um lugar para nós. E Deus quer-te lá com Ele para ser feliz eternamente.
PÁGINA PRETA
Se a rua à frente da tua casa fosse de ouro, quanto tempo ela ficaria ali?  Uma noite? “Oh”, dirás, “alguém a roubaria”. Mas não é pecado roubar? Claro que é. E lá no Céu... “Nela nunca penetrará coisa alguma contaminada... e mentira” (Ap 21:27). Quer dizer que o pecado não poderá entrar no Céu para estragá-lo.
Pensa, então: Deus quer que cada um de nós vá para o Céu, mas se há pecado nos  nossos corações, este impede-nos de entrar no Céu.
A página preta representa o pecado nos nossos corações, o pecado que nunca poderá entrar no Céu. A Palavra de Deus diz-nos que “Todos pecaram” (Rm 3:23). Tu também precisas dizer, “eu pequei”.
Mas, escuta... Deus tem Boas Novas para ti! Ele tem um remédio que faz possível livrarmo-nos dos pecados! Nós não podemos fazer nada para limpar os nossos corações. Mas Deus pode e faz... se crermos no Evangelho: “que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15:3-4).
 
PÁGINA VERMELHA
Esta página vermelha representa o precioso sangue do Senhor Jesus Cristo. A Bíblia ensina-nos que “o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado” (1 Jo 1:7). Não é maravilhoso saber que Deus não somente nos ama tanto que nos quer no Céu, mas nos ama tanto que deu o Seu único Filho para ser o nosso Salvador e para levar o castigo dos nossos pecados? Quando o Senhor Jesus morreu na cruz, Deus pôs sobre Ele os nossos pecados. Assim diz 2 Co 5:21 “Àquele que não conheceu pecado, O fez pecado por nós; para que n'Ele fôssemos feitos justiça de Deus”.
Depois de morrer em nosso lugar, Jesus foi sepultado, e ao terceiro dia ressuscitou! Viveu novamente! Jesus está vivo! E porque Ele vive, Ele pode vir morar nos nossos corações. Ele diz agora: “Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa” (Ap 3:20). Quando convidamos o Senhor Jesus a entrar nos nossos corações e a ficar para nos salvar do pecado, Ele entra e fica.
PÁGINA BRANCA
A página branca representa o coração limpo, que Jesus já purificou. Sabes quão branco ele torna o coração que O recebe? Tão branquinho como a neve? Não! Mais branco do que a neve! A Bíblia diz, “Lava-me, e ficarei mais alvo que a neve” (Sl 51:7b).
Tu não gostarias de ter o teu coração tão limpinho assim?  Deus quer perdoar os teus pecados e purificar o teu coração, e assim Ele fará no momento que receberes Jesus como teu Salvador. Jesus já morreu em teu lugar; Ele quer ser o teu Salvador; quer dar-te a vida eterna... vida eterna no Céu.
Jesus está a bater à porta do teu coração. Precisas de abrir a porta e deixá-lO entrar. Não queres fazer isso agora mesmo? Então, abaixa agora a Tua cabeça e pede ao Senhor Jesus que entre no teu coração. Pede para Ele ser o teu Salvador.
A salvação é um presente. Como fazemos ao receber um presente? Agradecemos, não é? Então, diz “muito obrigado” agora mesmo a Deus, o Pai. Agradeça a Deus por ter enviado o Senhor Jesus para morrer em teu lugar. Agradece por Ele agora te ter salvo e perdoado dos teus pecados. Agradece por Ele te ter dado agora a vida eterna.
PÁGINA VERDE
A página verde fala-nos da nova vida que recebemos quando aceitamos o Senhor Jesus com o Salvador.
Quais são as coisas verdes que existem na natureza? Sim, as ervas, as árvores, o relvado e as plantas em geral. E são tudo coisas que têm vida. Vamos ler mais um versículo da Bíblia. É João 3:36:  “Quem crê no filho tem a vida eterna”. Tu agora crês no Senhor Jesus como Salvador e Senhor da tua vida (dono)? Então, este versículo fala de ti. Diz que tens o quê? Exatamente, tu tens a vida eterna - o tipo de vida que precisamos ter para poder entrar no Céu. Tu não estás contente de ter recebido Jesus como teu Salvador?
E, agora, esta nova vida precisa de ser alimentada pela leitura da Palavra de Deus(2 Pe 3:18), e pela oração. Assim irá crescer espiritualmente na vida cristã, agradando ao Senhor Jesus na tua vida diária e ganhando outros para Ele.
5 – Para finalizar, a professora do Departamento Infantil deve apresentar como é realizada a evangelização de crianças na Escola Dominical, no culto Infantil, na Escola Bíblica de Férias.


Por Sulamita Macedo.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Lição 08: A evangelização dos grupos religiosos (Adultos)


Dinâmica: Novo Nascimento

Objetivos:
Estudar sobre o Novo Nascimento, tema para ser abordado com pessoas de outras religiões, a marca de transformação na vida daquele que aceita a Jesus como salvador.

Material:
01 porção de milho de pipoca
01 porção de pipoca
Alguns piruás(grãos que não estouraram)
01 porção de óleo
01 cópia do texto “Milho de pipoca”(postado abaixo)

Procedimento:
- Falem da transformação que ocorre na vida da pessoa que passa pelo Novo Nascimento.
- Apresentem para os alunos uma porção de milho de pipoca e outra de pipoca.
- Perguntem: Vocês fazem ideia o que acontece com o milho para que ele se transforme em pipoca?
Aguardem as respostas. Certamente os alunos vão falar que após colocar o milho numa panela com óleo e com ação do fogo os grãos estouram.
- Falem: Este processo de transformação do grão duro em pipoca macia pode ser comparado ao estado de mudança que ocorre na vida de quem goza da salvação, libertando da casca dura do pecado, que o aprisionava para uma vida de alegria na presença de Deus, com ações e pensamentos mudados.
- Distribuam o texto “Milho de Pipoca”(postado abaixo) para cada aluno e leiam.
- Depois, apresentem o piruá, aquele grão que não estourou.
- Falem: Este grão é semelhante as pessoas que não aceitam a salvação e, dessa forma, não passam pelo processo de transformação.
- Agora, falem sobre:
O óleo e o fogo, símbolos do Espírito Santo, podem representar a atuação dEle na vida da pessoa que recebe a salvação.
O barulho pode representar a alegria da transformação.
- Leiam o versículo abaixo e falem que ele enfatiza as novas atitudes e pensamentos que devem pautar a vida do cristão.
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fp 4:8).
- Falem: O Novo Nascimento deve ser o assunto para ser abordado com pessoas de outras religiões, como sendo a marca, a transformação na vida daquele que aceita a Jesus, como salvador.
- Para concluir, distribuam 01 saco de pipoca para os alunos.
Por Sulamita Macedo.
Texto: Milho de Pipoca
             Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e de uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é melhor. Mas, de repente, vem o fogo.
            O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, um filho, o pai, a mãe, o emprego ou ficar pobre. Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
           Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo, o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, dentro da panela fechada, cada vez mais quente, pense que chegou a sua hora: vai morrer.
            Dentro da sua casca dura, fechada em si mesma, não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo do que é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como outra coisa completamente diferente, algo que nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, recusam-se a mudar. A presunção e o medo são a casa dura do milho que não estoura.  No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria a ninguém.
Autor do texto: Rubem Alves.
Texto Pedagógico

Como utilizar bem o tempo de aula da EBD

Não perca tempo!

Vamos pensar um pouco sobre o tempo de aula da Escola Bíblica Dominical. Nas escolas seculares, a hora/aula dos turnos matutino e vespertino tem 50 minutos de duração, enquanto no noturno 40m, com 5 aulas diárias. Na EBD, temos 01 aula semanal, geralmente, de 50 a 60 minutos. Considero que é este tempo é pouco, o ideal seria 1h30m. Mas, qualquer que seja o tempo destinado para a aula, deve ser bem utilizado.
            Você já parou para pensar nesse tempo de aula da EBD, relacionando a totalidade de tempo semanal que seu aluno está exposto a muitas formas de informação e influência? Com certeza é um espaço temporal mínimo, então não desperdice os minutos precisos destinados para o estudo da lição. Mas, O que você tem feito com o tempo de aula da EBD?
Uma das formas de utilizar bem o tempo da aula da EBD é realizar o planejamento de ensino, para que o momento da aula seja ocupado com o estudo e com atividades importantes e consistentes para o tema a ser abordado. A outra forma é executá-lo com sucesso.
Ao iniciar a aula, mantenha um contato com os alunos, de forma breve. Na parte inicial das lições que são publicadas neste blog, coloco repetidamente algumas sugestões de como realizá-la, que deve acontecer antes de começar o estudo da lição. Com certeza, você já deve conhecer!
Em seguida, faça a introdução do tema, também de forma rápida, situando o aluno no contexto da lição, associando o tema com aulas anteriores, estimulando o aluno para o que vai ser estudado neste dia. Lembre-se de que a aula não começa aqui, pois já teve seu início naquele momento inicial, já citado no parágrafo anterior.
Depois, utilize o tempo com o desenvolvimento da lição, mantendo o foco da aula, com a explanação do tema a ser estudado e execução de atividades relevantes. Utilize métodos variados e técnicas adequados ao assunto e para os alunos.  Veja, no marcador “Textos Pedagógicos” deste blog, textos sobre diferentes formas de dinamizar as aulas da EBD.
Para conclusão da aula, reserve um tempo para fazer o fechamento da lição, enfatizando os pontos mais importantes, levando o aluno a refletir sobre estes ensinamentos para sua vida prática. Daí, a necessidade de contextualizar o tema da aula com o tipo de aluno que você tem, desde a o desenvolvimento da lição, para que neste momento de finalizar a aula, o aluno possa também fazer suas próprias conclusões.
Não há necessidade de uma rigidez temporal cronometrada pelo relógio de forma exagerada, para a execução das 03 partes da aula – a introdução, o desenvolvido e a conclusão. É necessário apenas um olhar atento e cuidadoso para que não haja perda de tempo. Veja esta sugestão, para uma aula de 60 minutos: reserve 10 minutos para a introdução, 40 minutos para o desenvolvimento, 10 minutos para a conclusão, aproximadamente.
Há professores que não planejam a lição, nem têm cuidado com o tempo de aula e pode achar que 50 a 60 minutos é um grande intervalo temporal para a aula. Então, começa a contar histórias pessoais ou de outrem, divaga pelo assunto sem objetivo, quando percebe o tempo já passou e resta pouco tempo para coisas importantes. Dessa forma, o professor manteve o tempo de aula ocupado, mas foi mal utilizado. Daí, a importância de ler a lição, destacando os pontos mais importantes para trabalhar primeiro, depois os outros pontos serão abordados. Planeje a aula, não improvise.
O professor, tendo conhecimento de como dividir o tempo de aula, não desperdiçará este momento precioso de ensino da Palavra de Deus, saberá o que vai realizar dentro da organização previamente feita e o tempo será ocupado e bem utilizado.
“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”(Ec 3:1), inclusive ministrar uma boa aula, utilizando bem o tempo!


Por Sulamita Macedo.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Dinâmica da Lição 07: O Evangelho no Mundo Acadêmico e Político (Adultos)

Dinâmica: Vivendo como sal da terra e luz do mundo.
Objetivo:
Estimular o cristão a pregar nos meios acadêmicos e políticos com seu testemunho de vida.

Material didático:
Quadro
Giz ou pincel para quadro branco

Atividade didática:
Como pregar no universo acadêmico e politico onde, no primeiro, o que prolifera é o relativismo moral e as filosofias ateístas, enquanto que no segundo o que está em evidência é o mundo da corrupção e da mentira, sem sermos contaminados? Jesus não nos tira deste mundo após a nossa conversão porque deseja que venhamos ser uma testemunha viva do seu poder transformador. Vivemos neste mundo, mas não podemos tomar a forma da sua cultura. Nunca podemos nos esquecer de que fomos chamados e separados para ser "sal" e "luz" deste mundo, conforme Mateus 5.13.
Imprima as perguntas descritas logo abaixo. Divida a turma em 4 grupos. Entregue a cada grupo uma pergunta. Cada grupo ficará com a responsabilidade analisar e discutir entre eles sobre a pergunta que lhe foi entregue. Estipule um tempo para limite para isso. Logo após, reúna a classe e solicite de cada grupo apresente suas conclusões para que seja discutido diante de toda classe. Ao final faça as considerações que julgar necessárias.
Questões para discussão:
1. É possível estudar em uma faculdade ou ser político sem se contaminar com as mazelas que o mundo acadêmico e politico oferecem e ao mesmo tempo ser uma testemunha de Cristo? Como?
2. O que significa ser "sal" da terra e luz do “mundo” na faculdade ou no mundo político?
3. O que fazer para não ser um cristão alienado?
4. Como resistir às pressões impostas pelo mundo acadêmico e político?
Encerre mostrando que o sal da terra e luz do mundo, são aqueles que refletem o caráter de Cristo, através de um testemunho de vida irrepreensível.
Explique que Jesus usava elementos da vida cotidiana de seus seguidores, para exemplificar como eles deveriam exercer uma pacífica e bondosa influência na sociedade humana. Frequentemente, o conhecido sal proveniente do mar morto, devido a sua alta mistura com impurezas do solo, fazia com este ficasse sem condições de servir como o suave tempero que dava sabor aos alimentos. Quando este sal ficava insípido, era logo descartado e jogado nas estradas para ser pisado, pois servia como uma espécie de pavimentação da época bíblica.
Igualmente a luz não tem uma finalidade em si mesma, mas é necessária para que se possa ver o mundo e os objetos ao redor. Porque a função da luz é clarear e revelar o caminho com segurança a trilhar. Mas a luz que ofusca os olhos, perde seu valor. Jesus ao que tudo indica, inspirou o seu discurso na cidade de Safede, localizada no norte de Israel, que ficava cerca de 900 metros acima do nível do mar, nas montanhas da alta Galiléia. À noite, mesmo de longe, se podia ver a sua suave luz, produzida por fontes rudimentares de iluminação, como lamparinas e tochas.
Que a luz do nosso testemunho de vida possa brilhar no universo acadêmico e político brasileiro.
Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.
Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!
Por Roberto José

http://www.ensinadorcristao.com.br



Dinâmica: Sal da Terra

Objetivo:
Promover reflexão sobre o comportamento do cristão como “sal da terra”.

Material:
03 copos transparentes com água
02 saquinhos com sal
01 colher de chá
01 colher de sopa de sal.

Metodologia:
- Expliquem que o sal representa o cristão e o copo com água está representando o mundo.
- Solicitem a atenção dos alunos para o que você vai realizar.
- Arrumem os 03 copos com água sobre uma mesa.
- Coloquem:
 01 saquinho de sal dentro de 01 copo – não retire a embalagem(situação 01);
01 saquinho de sal ao lado de outro copo( situação 02);
01 colher de sal no último copo e misturem( situação 03).
- Perguntem: Qual situação melhor representa a conduta do cristão no mundo?
- Aguardem as respostas. É comum haver votação para as três situações, com maioria para a situação 01. Mas, como vocês já deve ter percebido, a situação que melhor representada o cristão neste mundo é a da situação 03.
- Questionem:
Para as situações 01 e 02: Como o cristão pode estar influenciado o meio, como sal da terra, se estar isolado do mundo?
Para a situação 03: Está correto o crente está misturado com o mundo? Nós somos deste mundo? Estamos influenciando o mundo ou sendo influenciados?
- Após os questionamentos, leiam:
  “Vois sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens”. Mt 5.13
“Bom é o sal; mas se o sal degenerar, com que se adubará?” Lc 14.34
“E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós deste mundo, eu não sou deste mundo”. Jo 8.23
“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há”. I Jo 2.1
Espera-se que, após os questionamentos e a leitura das citações bíblicas, os alunos tenham compreendido que a situação 03 representa a conduta do cristão como sal da terra.
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo
Dinâmica: Marionete?
Objetivos:
Refletir sobre a integridade de caráter de Daniel e seus colegas.
Contextualizar este exemplo com a vida cristã atual.

Material:
01 fantoche ou marionete de uma pessoa
Observações:
Pode ser do tipo que se manipula com as mãos dentro do boneco ou daquele tipo que é movido por meio de cordões.
No Departamento Infantil, vocês podem conseguir um fantoche emprestado.
Aqui a utilização do fantoche não é para infantilizar os adultos, mas trazer uma lição sobre a manipulação de pessoas.

Procedimento:
- Apresentem o fantoche e perguntem para os alunos de que forma é utilizado este objeto.
Aguardem as respostas.
Espera-se que os alunos digam que o fantoche é manipulado com as mãos dentro do boneco ou é movido por meio de cordões, dependendo do tipo apresentado.
Peçam que alguns alunos manipulem o fantoche de várias formas e da maneira que desejarem.
- Depois, peçam para que 05 alunos fiquem diante da classe. Escolham 01 aluno e orientem que ele realize várias ações e os outros 4 deverão imitá-lo.
Observem as imitações dos alunos e também se alguém não vai aceitar a situação de se deixar manipular pelo outro.
Agora, perguntem:
O que os 4 alunos acharam de repetir as ações de uma pessoa, sem ter vontade própria?
Por que razão apresentar um fantoche para vocês?
O que o fantoche e a situação apresentada pelos colegas têm a ver com a história de Daniel?
Observem que os alunos afirmam.
- Depois, falem: O fantoche ganha movimento ou fala através da ação e vontade de quem o manipula. Não possui vontade própria e sendo assim é manobrado por outrem. No sentido figurado, chamar alguém de Marionete, refere-se a uma pessoa sem firmeza de caráter e que aceita ser manipulado por outra pessoa.
- Falem, ainda: Daniel e seus colegas passaram por uma situação na qual estavam sendo pressionados a adotar o padrão de conduta pagã, quando cativos na Babilônia, para tanto eles estavam sendo moldados conforme a orientação do rei de forma diferente da cultura judaica, porém foram firmes e não aceitaram ser manipulados.
- Peçam para que um aluno leia Dn 1. 8: “E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar”.
- Depois, falem: Isto aconteceu com Daniel, Hananias, Misael e Azarias. E hoje, também acontece conosco.
Nesse momento, falem sobre o que o mundo nos oferece, que pode nos distanciar e modificar nosso relacionamento com Deus. Enfatizem o cuidado de não deixarmos que sejamos manipulados conforme os padrões mundanos.
- Falem sobre o resultado de uma vida integra diante de Deus numa sociedade pagã e idólatra. Então, peçam que os alunos leiam Dn 1. 17 a 20 de forma compartilhada:
“Quanto a estes quatro jovens, Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda a visão e sonhos.
E ao fim dos dias, em que o rei tinha falado que os trouxessem, o chefe dos eunucos os trouxe diante de Nabucodonosor.
E o rei falou com eles; entre todos eles não foram achados outros tais como Daniel, Hananias, Misael e Azarias; portanto ficaram assistindo diante do rei.
E em toda a matéria de sabedoria e de discernimento, sobre o que o rei lhes perguntou, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos astrólogos que havia em todo o seu reino”.
- Perguntem: Que resultados também podemos obter quando decidimos permanecer fiéis mesmo diante dos apelos do mundo?
Aguardem as respostas dos alunos. Acrescentem outras se necessário.
- Para finalizar, leiam:
“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Cl 2:8).

Por Sulamita Macedo.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Dinâmica da Lição 6: A Evangelização dos Grupos Desafiadores (Adultos)


Dinâmica: Evangelho Inclusivo

Objetivos:
Introduzir o estudo sobre evangelho para todos.
Refletir sobre a evangelização dos grupos desafiadores: Prostitutas, Homossexuais, Criminosos e Viciados.

Material:
04 placas, cada uma com 01 dos nomes: Prostitutas, Homossexuais, Criminosos e Viciados

Procedimento:
- Entreguem para 04 alunos as placas com os nomes: Prostitutas, Homossexuais, Criminosos e Viciados(01 placa = 01 aluno).
- Organizem os alunos em círculo.
- Os 04 alunos que estão com as placas devem se posicionar fora do círculo.
- Falem: Jesus disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”(Mateus 11:28-28).
- Peçam para que os alunos repitam o versículo.
- Falem: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”(João 3:16-16).
- Peçam para que os alunos repitam o versículo.
- Falem: Fomos alcançados pelo grande amor de Deus. Hoje, gozamos da salvação.
Mas, há aqueles que ainda não conhecem Jesus como salvador. Quem são eles? Olhem ao seu redor!
Repitam: Quem são eles?
Os alunos devem ler o que está escrito nas placas.
- Como temos agido diante destes 04 grupos desafiadores?
Temos nos fechado(peçam para que os que estão no círculo se juntem bastante), excluindo-os, por preconceito, medo...?
Estamos dispostos a cumprir o IDE para todos, de acordo com Marcos 16:15: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”.
- Então, o que precisa ser feito?
Aguardem a atitude dos alunos com relação aos 04 alunos que estão fora do círculo.
Espera-se que eles se dirijam aos 04 e falem da salvação ou chamem para fazer parte do círculo.
Se os alunos não fizerem, orientem para que façam.

Por Sulamita Macedo.






Dinâmica: A Inclusão pelo Evangelho

Como Igreja do Senhor, temos a responsabilidade de levar o Evangelho a todos. Existem milhares de grupos nos centros urbanos que carecem de conhecer a Jesus Cristo. Em seu ministério terreno, Jesus, o Filho de Deus, não deixou de cuidar e de evangelizar os publicanos, as prostitutas, os aleijados, cegos etc. O amor de Jesus era tanto que Ele chegou a ser chamado de amigo dos publicanos e pecadores (Mt 11.19).

Objetivo:
Mostrar que o Evangelho é inclusivo.

Atividade didática:


 Peça aos alunos que formem um círculo e deem as mãos. Em seguida, escolha dois alunos para que fiquem de fora do círculo. Explique que os dois alunos (que ficaram de fora) devem fazer de tudo para entrar na roda. Os alunos que estão de mãos dadas devem impedir a entrada deles no círculo. Dê alguns minutinhos para a atividade. Caso os alunos tenham conseguido furar o bloqueio, faça as seguintes perguntas: Como você se sentiu ao furar o bloqueio e conseguir estar no centro do grupo? Como você se sentiu fora do grupo? Caso os dois ou apenas um não tenha conseguido furar o bloqueio e entrar no grupo, pergunte: Como você se sentiu? Você se sentiu incluído ou excluído? Conclua explicando que muitos não vão à igreja porque se sentem excluídos. Acreditam que a igreja é um grupo fechado que vai impedi-los de entrar. Por isso, como Igreja, precisamos sair e alcançar aqueles que não chegam à Casa do Senhor. Como Igreja, precisamos incluir e tratar bem a todos de maneira que se sintam incluídos, amados e aceitos.

 Fonte: Revista Ensinador Cristão
Adaptado por Escriba Digital
http://www.ensinadorcristao.com.br



 

terça-feira, 26 de julho de 2016

Dinâmica da Lição 05: A Evangelização Urbana e suas Estratégias (Adultos)




Dinâmica: Evangelização urbana e suas estratégias    
                  
Na lição 5, os alunos vão estudar a respeito da necessidade de estabelecermos estratégias para a evangelização urbana. Estratégia é a "parte da arte militar que trata das operações e movimento de um exército", um plano de ação para vencer uma barreira ou inimigo. Estamos em uma guerra espiritual e precisamos de estratégias para vencer o Inimigo.

Objetivo:
 Mostrar aos alunos a necessidade de estabelecer estratégias de evangelismo para alcançar as cidades.

Materiais didáticos:
Folha de papel ofício
caneta,
quadro,
potes com as tiras de papel com as estratégias.

Atividade didática:
Esta dinâmica vai ajudar a trabalhar a introdução da lição e o primeiro tópico. Escreva no quadro uma definição de estratégia ("Parte da arte militar que trata das operações e movimento de um exército"). Em seguida peça, que os alunos formem três grupos. Cada grupo deverá tirar uma tira de papel do pote com a estratégia que terá que ser debatida e explicada pelo grupo. Para concluir, peça a seus alunos que formem um único grupo. Cada grupo terá dez minutos para explicar a estratégia que contida na tira de papel que tirou do pote.
ESTRATÉGIAS
1- A estratégia de Jonas;
2- A estratégia de Pentecostes;
3- A estratégia de Daniel Berg e Gunnar Vingren.

Fonte: Revista Ensinador cristão Nº 67




Dinâmica: Estratégias para os desafios da evangelização urbana

Objetivo:
Encontrar estratégias específicas para os grandes desafios da evangelização urbana.

Material didático:
Caneta
Papel ofício ou A4
O texto sugerido

Atividade didática:
Entregue aos alunos o texto: Os desafios de Evangelizar na realidade urbana, em seguida leiam juntos e reflitam sobre os desafios apresentados no texto (É importante que nesse momento inicial os alunos discutam apenas sobres esses desafios e não sobre as estratégias para resolvê-los). Para isso é importante que seja entregue a cada grupo caneta e papel a fim de que tudo fique registado no papel. Após a discussão divida a turma em grupos de três. Dê-lhes a seguinte tarefa: Os grupos deverão discutir entre si quais as melhores estratégias para conseguirmos vencer esses desafios da realidade urbana atual? Estipule um tempo para os grupos discutirem entre si. Esgotado tempo proposto, solicite a cada grupo que vá a frente para expor e discutir com a turma as estratégias que eles conseguiram registar no papel. Após a apresentação de todos os grupos, recolha os papeis com as estratégias apresentada, e informe à turma que o material irá ser reorganizado em um só arquivo e em seguida será impresso e entregue ao pastor da igreja ou ao líder de evangelização, como proposta apresentada pela classe.

Texto: Os desafios de Evangelizar na realidade urbana

Dentro da chamada modernidade líquida ou Pós-Modernidade, estamos vivendo o fenômeno de uma “mudança de época” dos fatos, envolvendo culturas, costumes, pessoas etc. Nesse contexto social e religioso, o desafio é evangelizar as cidades, as quais, com seus habitantes, vivem realidades dinâmicas: com relação ao deslocamento rápido das pessoas para o trabalho e lazer e os espaços físicos diversificados com relação à moradia. Nesse ambiente urbano os desafios para a evangelização são os prédios, com os muitos apartamentos, os aglomerados nas periferias, os condomínios, com suas leis e exigências, e as típicas favelas urbanas. Aliado a esse fato, hoje, o ser humano moderno e urbano está sendo bombardeado por tantas informações que o deixam indiferente àqueles valores inerentes ao próprio ser humano, como pessoa constitutiva dessa realidade social e religiosa. Esse novo ser humano vive no isolamento, apesar de estar no meio de tanta gente, cultivando um relativismo religioso; sem compromisso com Deus, com a religião, com sua fé e com o social. Este é o grande desafio para a religião e para a evangelização nos múltiplos ambientes das grandes cidades. Na questão urbana, notamos ainda as grandes massas que se formam nessas megalópoles, nas quais as pessoas perdem sua identidade e os valores humanos, parte importante de sua cidadania social e religiosa. Por isso, no processo de evangelização, é preciso confiar na ação do Espírito Santo e aplicar estratégias diferenciadas.
Fonte do texto: http://www.a12.com

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Por Roberto José

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Dinâmica: Evangelização urbana

Objetivo: Introduzir o estudo sobre “Evangelização urbana”.

Material:
04 cartolinas
04 pincéis atômicos

Procedimento:
- Inicialmente procure conceituar o que é “Evangelização urbana”, partindo daquilo que os alunos já conhecem.
- Depois reflitam sobre as características positivas e negativas da região urbana para a evangelização.
- Dividam a turma em 04 grupos e peçam para cada grupo apresente 02 estratégias de evangelização urbana que já conhecem e 02 sugestões novas.
Entreguem para cada grupo 01 cartolina e 01 pincel atômico para que escrevam as respostas.
- Depois cada grupo deve apresentar suas sugestões.
- Em seguida, cada aluno deve escolher 01 estratégia de evangelização para realizar durante a semana.
No domingo seguinte, eles devem relatar como aconteceu o evangelismo.

Por Sulamita Macedo.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Dinâmica da Lição 04: O Trabalho e Atributos do Ganhador de Almas (Adultos)


Dinâmica: Preparados para evangelizar

Na quarta lição do trimestre, vamos estudar a respeito do evangelista. A Palavra de Deus nos ensina que o Espírito Santo confere o dom de evangelista a algumas pessoas (Ef 4.11). Este é um dom ministerial. Todavia, de maneira geral, todos os crentes têm a incumbência de pregar

Objetivo:
Ressaltar a importância de estarmos aptos para fazer a obra de Deus.

Material didático:
Caixa de fósforo
Iodo
1/3 do copo com água normal
1/3 do copo com água sanitária

Atividade didática:
Peça que os alunos formem um círculo. Em seguida apresente os dois copos: um com água normal e o outro com água sanitária (Deixe que eles pensem que os dois copos tem água normal). Diga que um copo representa Deus (escolha o copo com água sanitária) e o outro representa os crentes. Explique que para se fazer a obra de Deus é preciso que o meu copo esteja na mesma cor que o de Deus. Logo após, diga que você vai passar a caixa de fósforos e cada um deverá retirar um fósforo e acendê-lo. Enquanto o fósforo estiver aceso, a pessoa deverá dizer o que pode manchar a minha água fazendo com que eu não esteja apto para fazer a obra de Deus. A pessoa só poderá parar de falar quando o fósforo apagar. Agora coloque alguns pingos de iodo na água normal e diga o cristão que deseja fazer a obra de Deus, no entanto tem uma vida reprovável é igual a água que estava limpa, no entanto decidiu se manchar com os pecados desse mundo. Neste momento pergunte: E agora o que ele deve fazer? Ouça as respostas dos seus alunos atentamente. Em seguida, coloque a água sanitária, que representa Deus, junto com a água que representa os crentes, unindo as duas águas. A água voltará a ficar clara mais uma vez. Leia neste momento  1 João 1.9 e Provérbios 28.13. Conclua enfatizando que,  após o perdão divino o cristão estará apto mais uma vez para fazer a obra de Deus

Por Roberto José

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Dinâmica: Procura-se
Objetivos:
 Introduzir o estudo sobre as características do evangelista.
Refletir sobre a importância do evangelista para a proclamação do evangelho.

Material:
¼ da folha de papel ofício, contendo 01 das 11 características abaixo:
Amor as almas
Conhecimento da Palavra de Deus
Preparado
Mansidão
Temor
Oração
Jejum
Comunhão com Deus
Exemplo de caráter cristão
Disponibilidade
Conhecimento de métodos diferenciados para abordar o pecador
Procedimento:
- Entreguem para os alunos ¼ da folha de papel ofício, contendo as 11 características abaixo:
Amor as almas
Conhecimento da Palavra de Deus
Preparado
Mansidão
Temor
Oração
Jejum
Comunhão com Deus
Exemplo de caráter cristão
Disponibilidade
Conhecimento de métodos diferenciados para abordar o pecador
- Falem: Vocês podem ler o que consta nos papéis que receberam.
- À medida que cada aluno for lendo, vocês devem dizer:
Procura-se alguém com esta característica.
- Perguntem:
Que tipo de pessoa possui estas características?
Aguardem as respostas.
Espera-se que os alunos falem que é de um evangelizador ou um evangelista.
- Perguntem: Vocês conhecem alguém com estas características?
Aguardem as respostas.
- Depois falem da importância do evangelista para a proclamação do evangelho.
Por Sulamita Macedo.
Texto Pedagógico
Aprimoramento do professor

            Ensinar na Escola Bíblica Dominical requer do professor  aprimoramento constante. De acordo com o dicionário, “aprimorar” é melhorar a qualidade, aperfeiçoar. Para isto, é necessário vontade, esforço e administração do tempo.
            A Palavra de Deus adverte: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”(II Timóteo 2:15).
            Duas palavras chamam a atenção neste versículo: “procura” e “aprovado”. Procurar por algo, requer esforço e tempo. O professor da EBD deve destinar tempo para buscar subsídios para que se aprimore e possa ser julgado como obreiro aprovado, por Aquele que lhe vocacionou. Ser aprovado está relacionado a ter passado por uma análise e ter sido considerado aceitável, ter obtido aprovação.
            Outro ponto para o aprimoramento é a dedicação que o docente deve ter para que ensine de forma que a aprendizagem seja mais significativa para os alunos.
            Observe estes alguns exemplos de personagens bíblicos que passaram por aprimoramento na sua função ou profissão:
            Os sidônios são mencionados como aqueles que sabiam cortar madeira de forma que eram reconhecidos por este feito:
             “Dá ordem, pois, agora, que do Líbano me cortem cedros, e os meus servos estarão com os teus servos, e eu te darei o salário dos teus servos, conforme a tudo o que disseres; porque bem sabes tu que entre nós ninguém há que saiba cortar a madeira como os sidônios”(I Reis 5:6 – grifo nosso).
            O professor de Escola Dominical pode também ser reconhecido por seus alunos como um excelente professor, que sabe ensinar como ninguém, porque busca o aprimoramento.
            Setecentos homens canhotos, filhos de Benjamim, escolhidos, se destacaram por atirar com uma funda em um cabelo e não erravam:
“E contaram-se naquele dia os filhos de Benjamim, das cidades, vinte e seis mil homens que tiravam a espada, afora os moradores de Gibeá, de que se contaram setecentos homens escolhidos. Entre todo este povo havia setecentos homens escolhidos, canhotos, os quais atiravam com a funda uma pedra em um cabelo, e não erravam”(Juízes 20:15,16 – grifo nosso).
Treinar os escolhidos, os chamados para obra do ensino cristão, trará grandes resultados para o crescimento da obra de Deus. Quando isto acontece a probabilidade de acontecer ações inadequadas, por parte do professor,  são pequenas.
Hirão, da cidade de Tiro, foi convidado pelo rei Salomão para realizar uma obra em cobre, pelo fato de ter sabedoria, entendimento e ciência neste ramo:
“E enviou o rei Salomão um mensageiro e mandou trazer a Hirão de Tiro. Era ele filho de uma mulher viúva, da tribo de Naftali, e fora seu pai um homem de Tiro, que trabalhava em cobre; e era cheio de sabedoria, e de entendimento, e de ciência para fazer toda a obra de cobre; este veio ao rei Salomão, e fez toda a sua obra”(I Reis 7:13,14 – grifo nosso).
Observa-se que Hirão destacou-se por saber fazer com conhecimento e prática, que certamente aprendeu com seu pai. É, pois, um exemplo para os professores da EBD, que devem buscar informação, transformá-lo em conhecimento e transmiti-lo com sabedoria. A prática docente requer esta atitude.
Bezalel foi escolhido, chamado por Deus, cheio do Espírito de Deus, de sabedoria, de entendimento, de ciência para elaborar projetos, e trabalhar em ouro, em prata, e em cobre, e em lapidar pedras para engastar, e em entalhes de madeira:
“Depois falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Eis que eu tenho chamado por nome a Bezalel, o filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, e o enchi do Espírito de Deus, de sabedoria, e de entendimento, e de ciência, em todo o lavor, para elaborar projetos, e trabalhar em ouro, em prata, e em cobre, e em lapidar pedras para engastar, e em entalhes de madeira, para trabalhar em todo o lavor. E eis que eu tenho posto com ele a Aoliabe, o filho de Aisamaque, da tribo de Dã, e tenho dado sabedoria ao coração de todos aqueles que são hábeis, para que façam tudo o que te tenho ordenado”(Êxodo 31:1-6).
O Espírito Santo de Deus também pode capacitar os professores da EBD no ensino da Palavra, enchendo-lhes de sabedoria e entendimento para ministrar de forma adequada.
Apolo é mencionado como aquele que era eloquente, poderoso nas escrituras, fervoroso de espírito, falava e ensinava de forma cuidadosa:
“E chegou a Éfeso um certo judeu chamado Apolo, natural de Alexandria, homem eloquente e poderoso nas Escrituras. Este era instruído no caminho do Senhor e, fervoroso de espírito, falava e ensinava diligentemente as coisas do Senhor, conhecendo somente o batismo de João”(Atos 18:24,25).
Ensinar de forma diligente deve ser algo que todo professor deve buscar, para que seja apto na função que exerce, com dedicação para o crescimento do reino de Deus, não correndo o risco de ser considerado desqualificado por Deus. Vale ainda acrescentar que o personagem bíblico Apolo traz um exemplo espiritual para o professor, pois ele era fervoroso de espírito, instruído no caminho do Senhor.
Aprimorar-se requer do professor preparo espiritual, teológico, secular e pedagógico. Que tal espelhar-se nos exemplos dos personagens bíblicos citados?


Por Sulamita Macedo.