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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Lição 04: Isaque, um caráter pacífico

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2017
Adultos - o caráter do cristão: moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO Nº 4 – ISAQUE, UM CARÁTER PACÍFICO

ESBOÇO Nº 4
LIÇÃO Nº 4 – ISAQUE, UM CARÁTER PACÍFICO
Isaque é um tipo do Príncipe da Paz.
INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo de personagens bíblicas que nos mostram o caráter do cristão, estudaremos Isaque.
- Isaque é tipo do Príncipe da Paz.
I – ISAQUE, O FILHO DE ABRAÃO
- Na sequência deste estudo sobre personagens bíblicas que nos mostram como deve ser o caráter do cristão, estaremos a estudar hoje o segundo patriarca, Isaque, que é o protagonista do livro do Gênesis no trecho de Gn.25:19 – 27:46, trecho que é conhecido pelos estudiosos como sendo “o ciclo de Isaque”.
- Procuraremos traçar uma sucinta biografia de Isaque, salientando alguns pontos importantes e, conforme a proposta da lição, buscando revelar aqui o caráter pacífico desta personagem, ainda que, sabidamente, é este o patriarca que menor espaço ocupou nas Escrituras Sagradas, já que é uma personagem de transição entre Abraão e Jacó, que haveria de ser o exclusivo pai da nação israelita.
- Abraão teve Isaque quando tinha cem anos de idade (Gn.21:5), ou seja, trinta anos após ter sido chamado por Deus em Ur dos caldeus para que fosse o início de uma nova nação, na qual fossem benditas todas as famílias da terra (Gn.12:1-3).
- Isaque é, portanto, o primeiro herdeiro conforme a promessa (Cf.Gl.3:29), o primeiro a nascer já debaixo da aliança firmada entre Deus e Abrão (Gn.15:18), marcado pela circuncisão (Gn.17:1-14), tanto que a contagem dos quatrocentos anos para que se começasse a formar a nação de Israel inicia com seu nascimento (Cf. Gn.15:13) assim como é Isaque o primeiro descendente de Abraão a ser circuncidado ao oitavo dia de nascido (Gn.21:4).
- Isaque, assim, de pronto, já se apresenta como figura de Cristo Jesus, por ser o “filho da promessa”, por ser aquele que havia sido prometido por Deus para dar concretude e certeza à aliança que Deus havia firmado com Abraão. Nosso Senhor e Salvador, também, é a “semente da mulher” prometida no Éden, Aquele que veio confirmar a promessa da redenção da humanidade, torna-la concreta. Ademais, assim como Isaque veio já sob a aliança estabelecida e marcada pela circuncisão, o Senhor Jesus já Se fez carne por obra e graça do Espírito Santo, no qual estamos selados para a redenção (Ef.1:13; 4:30).
- Aqui já temos como o “signo da paz” estava já sobre a vida de Isaque. A aliança firmada entre Deus e Abraão era como que um “tratado de paz” entre Deus o patriarca, o reatamento de laços, laços estes que haviam se perdido por causa do pecado. Abraão se tornou “amigo de Deus”, ou seja, “inimigo do mundo”, pois a amizade de Deus representa a inimizade com o mundo (Tg.4:4), precisamente o que Deus prometeu fazer para salvar o homem quando anunciou a salvação mediante a “semente da mulher”, que haveria de restaurar a amizade entre Deus e o homem, a inimizade entre o maligno e a humanidade (Gn.3:15).
- O Senhor Jesus veio, precisamente, nos trazer esta paz, pois Ele é a paz e faz a paz (Ef.2:14,15). Não é por outro motivo que o profeta Isaías O apresenta como o Príncipe da Paz (Is.9:6), lembrando, como vimos no trimestre anterior, que “paz” em hebraico é “shalom”, que significa completude, integração, integridade, unidade, muito mais do que simples ausência de agitação.
- Abraão deu a seu filho o nome de Isaque, cujo significado é “riso”. A palavra “riso” aqui tem dois sentidos: tanto Abraão quanto Sara riram quando o Senhor lhes disse que teriam um filho apesar de sua velhice (Gn.17:17; 18:12), riso que continha uma incredulidade no que havia sido dito pelo Senhor; entretanto, ao se ver cumprida a promessa, Abraão e Sara muito se alegraram, ficaram jubilosos e o “riso”, portanto, significava aqui a alegria decorrente deste milagre operado por Deus (Gn.21:6,7).
- Uma vez mais, vemos que, no seu próprio nome, Isaque está a figurar a pessoa de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, porquanto, como diz o título de famosa composição musical de Johann Sebastian Bach (1685-1750), “Jesus é a alegria dos homens”. Ao nos trazer a salvação, Jesus nos dá uma indizível alegria. Não é por outro motivo que o salmista, repetido pelo escritor aos hebreus, diz que o Senhor foi ungido com “óleo de alegria” (Sl.45:7; Hb.1:9). A incredulidade, típica do homem escravizado pelo pecado, transforma-se em alegria quando recebemos a Cristo e uma alegria tal que faz com que cada salvo produza alegria para os outros, pois a alegria, ou gozo, é uma das qualidades do fruto do Espírito (Gl.5:22).
- Notemos, aliás, que a alegria é a segunda qualidade do fruto do Espírito segundo a descrição do apóstolo Paulo em Gl.5:22, logo depois do amor, que é, como vimos na lição 1, praticamente o fruto do Espírito que se desdobra em outras oito qualidades. Na sequência dada pelo apóstolo, o amor de Deus, derramado em nossos corações, gera a alegria e esta alegria gera a paz. Isaque era “riso”, por isso, inevitavelmente, seria um exemplo de paz.
- Há, ainda, uma outra semelhança entre Isaque e Cristo Jesus. Ambos são resultado de uma operação sobrenatural, de uma intervenção divina direta na humanidade. Isaque foi concebido quando Sara, uma mulher estéril, já havia cessado o costume das mulheres (Gn.11:30; 18:11), enquanto que o Senhor Jesus foi gerado por obra e graça do Espírito Santo no ventre de uma mulher virgem (Lc.1:28-35). Ambos são eloquente e inequívoca demonstração da vontade de Deus em salvar a humanidade.

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COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

Lição 04: Isaque, um caráter pacífico (Adultos)


Dinâmica: Promessa de Deus

Objetivos:
Refletir sobre o cumprimento das promessas divinas na vida de Isaque.
Renovar a esperança e a fé nas promessas de Deus.
Material:
01 folha de papel ofício dividida ao meio por um traço e caneta para cada aluno.

Procedimento:
- Perguntem o que significa a palavra “Promessa”.
Segundo o Dicionário Michaelis é  “1. Ato ou efeito de prometer. 2 Declaração pela qual alguém se obriga, pela fidelidade e pela justiça, a fazer ou deixar de fazer alguma coisa”. Há outros significados.
- Falem acerca da importância do cumprimento das promessas a nível terreno. Também reflitam sobre do incômodo causado quando há falhas nas promessas e o estado de felicidade promovido por uma promessa cumprida.
Vocês já passaram por alguma dessas situações?
Vocês ocasionaram ou foram vítima?
- Agora, afirmem: O ser humano é falho, mas Deus não falha em suas promessas.
Leiam Nm 23.19: “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?”
- Falem:
Vocês têm esperado por muito tempo por uma ou mais promessas divinas para sua vida?
Vocês encontram-se desencorajados? Sem fé? Sem forças? Calma!
Lembrem-se do que Deus já fez por vocês!
- Entreguem uma folha de papel ofício para cada aluno divida ao meio por um traço.
- Solicitem aos alunos que escrevam do lado esquerdo as promessas que ainda não foram cumpridas.
- Falem: Lembrem-se do que Deus já fez por você! Façam do lado direito da folha, uma lista das situações que Ele cuidou e providenciou socorro para você! Observem o quanto Deus já fez por vocês. Firmem-se em Suas promessas!
- Concluam, lendo:
“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia...”(2 Pedro 3:9a).
“Os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre”(Salmo 125:1).


Por Sulamita Macedo. 
Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Ore, Divulgue e Participe!


LIÇÃO Nº 3 – MELQUISEDEQUE, O REI DE JUSTIÇA

COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO Nº 3 – MELQUISEDEQUE, O REI DE JUSTIÇA

Texto: Rm 12.8-14
Melquisedeque é tipo de Cristo Jesus.
INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo de personagens bíblicas que nos mostram como é o caráter do cristão, estudaremos Melquisedeque.
- Melquisedeque é tipo de Cristo Jesus.
I – EM QUE CIRCUNSTÂNCIAS SURGE MELQUISEDEQUE NO RELATO BÍBLICO
- Na sequência do estudo de personagens bíblicas que nos mostram como é o caráter do cristão,estudaremos Melquisedeque, figura que é mencionada na Bíblia por apenas onze vezes (Gn.14:18; Sl.110:4; Hb.5:6,10; 6:20; 7:1,10,11,15,17,21).
- Nestas onze menções no texto sagrado, uma é histórica (Gn.14:18), outra poético-profética (Sl.110:4)e nove tipológicas, quando o escritor aos hebreus demonstra que Melquisedeque é uma figura que apontava para Cristo Jesus, era, portanto, um tipo de Jesus Cristo, mais precisamente para o ministério sacerdotal de Nosso Senhor e Salvador.
- Bem se vê, de pronto, que são extremamente exíguas as informações bíblicas a respeito de Melquisedeque,mas a sua condição de tipo de Cristo tem muito a nos ensinar a respeito do caráter cristão.
- Tendo em vista que a menção histórica de Melquisedeque, que é única nas Escrituras, é a base de todas as outras referências, urge aqui, ainda que sucintamente, esclarecer em que circunstâncias aparece esta personagem no texto bíblico.
- Após se separar de seu sobrinho Ló, Abrão passou a viver em paz na terra de Canaã, embora fosse um peregrino, inclusive sendo protegido por Deus de uma guerra que sacudiu a região, quando os reis de Sodoma, Gomorra, Admá, Zeboim e Zoar se rebelaram contra o rei de Sinar (Gn.14:1-11). Abrão tinha a companhia e o consolo de Deus e vivia sua vida nesta esperança, sem se perturbar com a agitação do mundo à sua volta. Assim é o verdadeiro e sincero servo de Deus. Estará, sim, no meio das grandes turbulências da política internacional, estará no meio das agitações que caracterizam o mundo sem Deus e devem até se intensificar, mas, apesar de todos os conflitos, manterá sua confiança em Deus e tirará destas situações tão angustiantes um motivo maior de esperança para si (Mt.24:4-8).
- Entretanto, Deus mostra toda a Sua misericórdia e Seu amor para com os homens, aproveitando-se desta situação de guerra generalizada. Com efeito, apesar de toda a força e supremacia do exército dos reis mesopotâmicos, que ninguém e nada puderam resistir, a Bíblia dá-nos conta de que um escapou e foi ter com Abrão para lhe contar o que estava acontecendo. Com certeza, esta pessoa que escapou era alguém que tinha conhecimento de Abrão e de sua vida diferente. Quem sabe era um servo de Ló, que, por sua insignificância e humildade, nem sequer foi notado pelos exércitos vencedores. Era alguém que não tinha qualquer importância ou relevância e que, por isso mesmo, conseguiu escapar. Ao chegar até a tenda de Abrão, contou-lhe o que estava passando e o patriarca pôde ver nesta pessoa tão insignificante, a mão de Deus. Por isso, devemos estar sempre atentos e vigilantes, para que possamos perceber Deus nas mínimas coisas. O profeta Zacarias adverte-nos para não desprezarmos as coisas pequenas (Zc.4:10). Será que temos estado atentos às pequenas coisas que Deus tem nos mostrado? Ou temos perdido ricas oportunidades deservir a Deus e de testificarmos Seu nome por conta deste desprezo das pequenas coisas?
- O fugitivo foi direto falar com Abrão, ao seu encontro, numa demonstração de que o testemunho de Abrão já era conhecido pelos povos daquela terra. Na sua simplicidade, no seu modo pacato de vida, Abrão já se fazia conhecer dos homens, era diferente dos demais, tanto que o texto bíblico faz questão de ressaltar que o fugitivo fora ter com Abrão, o hebreu (Gn.14:13). Todas as tradições das religiões monoteístas insistem em mostrar o patriarca como um homem diferente dos demais de seu tempo. O texto bíblico chama-o de "hebreu", ou seja, como descendente de Eber (Gn.12:15-17), talvez para ressaltar o fato de que Abrão era descendente de Sem e, portanto, de linhagem diversa dos moradores de Canaã, que eram descendentes de Cão (Gn.10:6-20). Mas havia algo além disso, porquanto os reis mesopotâmicos, também, em parte, eram descendentes de Sem. Era o modo de vida diferente de Abrão, sua crença num Deus único, sua conduta diversa da dos demais habitantes da terra.
- Será que temos tido o mesmo testemunho que Abrão tinha em Canaã? Mesmo peregrino, sem residência fixa, o patriarca notabilizara-se por ser "o hebreu", o diferente, o homem dotado de valores distintos dos demais homens. Será que temos sido identificados, em nosso modo de viver, como um "hebreu", ou seja, como alguém que tem uma outra esperança, que tem uma ética, um sistema de valores e de princípios diferentes dos do mundo que nos cerca? Ou será que vivemos numa mistura, numa indistinção, que nos torne comprometidos com o mundo que está imerso no maligno (I Jo.5:19)? Ao contrário de Ló, Abrão mantinha uma distinção, uma diferença que era notada pelos homens de seu tempo e que, certamente, será notada pelos homens de nossos dias ao avistarem um verdadeiro servo do Senhor (Mt.5:14-16).
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Lição 3 - Melquisedeque o rei de justiça - Ev. Caramuru Afonso Francisco

Filename: 2T2017_L3_esboço_caramuru.pdf

fonte:http://www.portalebd.org.br

Lição 03: Melquisedeque, o Rei da Justiça (Adultos)


Dinâmica: Entrando no Tabernáculo!
 
Objetivo: Estudar sobre o sacerdócio de Jesus, que através de sua obra redentora nos dá acesso ao santuário.

Material:
A Bíblia
01 figura do Tabernáculo
Palavras digitadas:
O Pátio – Corpo
O Lugar Santo – Alma
O Santo dos Santos – Espírito
01 cartolina
01 tubo de cola
0bservação: organizem um cartaz utilizando a cartolina e as palavras digitadas.
 
Procedimento:
1 - Após a explanação da lição sobre o tabernáculo, falem: Nós somos comparados a um Tabernáculo(mostrem a figura do tabernáculo).
- Leiam, 2 Coríntios 5:1:
“Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus”.
- Falem: Então, o que pode representar as partes do Tabernáculo em relação ao corpo humano?
Para melhor compreensão, apresentem o cartaz:
O Pátio – parte externa: representa nosso corpo
O Lugar Santo – parte interna: representa a alma
O Santo dos Santos – parte mais interna: representa o Espírito
- Falem: Somos Tabernáculo de Deus, pois temos o Espírito Santo que habita e está em nós e gozamos da comunhão e presença do Senhor. Para termos este privilégio, nós entramos pela porta que é Jesus.
- Leiam: João 10:9:
“Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens”.
2 - Peçam para que os alunos formem 01 círculo.
3 - Falem: Vamos dar um passo a frente, simbolizando nossa entrada pela porta no Tabernáculo – lugar de adoração ao Senhor.
4 - Falem: Este círculo representa nosso estado ou situação dentro do Tabernáculo. Podemos estar no Pátio, no Lugar Santo ou no Santo dos Santos.
5 – Para entrar no Pátio: este é o segundo passo(todos devem dar um passo para frente)
- Falem:
É lugar de adoração a Deus com santidade, separado do mundo.
Havia o Altar do Holocausto: Jesus ofereceu o sacrifício único, perfeito e completo, morrendo por nós, perdoando nossos pecados.
Havia também a Pia de Bronze: representa a limpeza de ação e pensamentos.
- Agora, realizem uma leitura do salmo 15:
“SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?
Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração.
Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo;
A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao Senhor; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda.
Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado”.
6 - Para chegar no Lugar Santo: é necessário o terceiro passo((todos devem dar um passo para frente)
- Falem:
Nele lugar, encontramos o Castiçal de Ouro: representa Jesus, a luz do mundo.
Leiam João 8:12:
“Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida”.
- Já andamos na luz que é Jesus. Temos o Espírito Santo que habita em nós, aqui simbolizado pelo azeite que alimentava a chama do castiçal.
Leiam Ef 5.18b:“...Enchei-vos do Espírito”.
- Falem: Havia também uma mesa com os Pães da Proposição, que nos remete a Cristo, o pão da vida. Precisamos nos alimentar diariamente de sua Palavra.
Leiam João 6:48:  “Eu sou o pão da vida”.
- Falem: Havia o Altar do Incenso – lugar de oração e adoração ao Senhor. Devemos fazer o que está escrito no salmo 141.2: “Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e seja o levantar das minhas mãos como o sacrifício da tarde”.
7 - Finalmente para chegar no Santos dos Santos – é o quarto passo((todos devem dar um passo para frente)
Nele havia a Arca da Aliança, que simbolizava a presença de Deus. Este lugar era específico para o sumo sacerdote, que entrava 01 vez ao ano.
Mas, hoje entramos no santuário através da obra redentora de Jesus. O Véu que separava a entrada foi rasgado.
- Leiam Hebreus 10:19-23:
“Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.”
- Para concluir, falem: Devemos desejar a presença de Deus no Santo dos Santos. Começando primeiro pelo pátio, depois pelo Lugar Santo e por fim no Santo dos Santos - lugar de comunhão na presença do Senhor.
Por Sulamita Macedo.

Texto Pedagógico

O Processo Comunicativo na EBD

Para que o processo de comunicação ocorra de forma satisfatória, o emissor da mensagem deve utilizar um código linguístico e uma linguagem que o receptor entenda.  Caso contrário, não haverá o ato comunicativo, além da possiblidade de haver ruídos e barreiras no canal da comunicação, sendo, pois, necessário que haja feedback.
Há várias palavras neste parágrafo que certamente podem não ser conhecidas e para que haja comunicação é necessário entendê-las, havendo então compreensão daquilo que desejo transmitir para vocês.
Emissor? Receptor? Mensagem? Canal da comunicação? Ruídos e barreiras? Código linguístico? Feedback? Estes são os elementos da comunicação. Todo ato comunicativo é composto por estes elementos, mas é lógico que a gente se comunica sem pensar diferenciando cada um deles.
Emissor é aquele que emite a mensagem.
Receptor é aquele a quem se destina a mensagem.
Mensagem é a informação, o conteúdo que se quer transmitir.
Código é a forma como se organiza a mensagem, por exemplo, língua escrita ou falada, gestos.  Deve ser conhecido pelo emissor e receptor.
Canal da comunicação é o meio pelo qual a mensagem é transmitida, por exemplo, a voz, figuras, música.
Ruídos e barreiras são elementos que dificultam a comunicação, por exemplo, emissor fala muito baixo, há muito barulho no ambiente.
Feedback se refere a observação do emissor aos sinais de compreensão ou não de sua mensagem por parte do receptor.

Aqui neste texto, como a proposta é fazer com que o professor pense como melhorar o processo de comunicação da Palavra de Deus nas aulas da EBD e para efeito didático de demonstração, foi detalhada cada parte deste conjunto.
Então, partindo dessa situação, vejam como ficaria todos os elementos da comunicação tomando como base este texto: Eu(Sulamita – emissora), escrevo para vocês(receptores) passando esta informação(mensagem), utilizando a tela do computador e o blog(canal), utilizando a Língua Portuguesa escrita(código). Ruídos e barreiras? Espero que não haja. Feedback só será conhecido se vocês me retornarem opinando sobre a compreensão do texto.
É importante que o professor da EBD tenha conhecimento de como se processa a comunicação, para que ele possa comunicar a mensagem da Palavra de Deus de forma eficaz, utilizando uma linguagem que seja compreensiva a todos os alunos. Se você utilizar algum vocábulo menos conhecido, imediatamente fale outra palavra mais simples e que tenha o mesmo significado da anterior. Saber o significado das palavras menos usuais que aparecem na lição é também importante.
Sabemos que nas classes da EBD há uma diversidade enorme entre os alunos quanto à formação escolar, podemos ter um analfabeto, outro que lê com dificuldade e outros que tiveram oportunidade de progredir nos estudos, chegando até ao curso superior ou de pós-graduação. Os níveis de linguagem nesta situação vão variar, pois dizem respeito a fala e escrita que é específica de cada usuário da língua, pois dependem do grau de estudo, hábitos de leitura e escrita. Mas, o professor deve utilizar uma linguagem que comunique e que todos entendam, independentemente desta variação citada acima.
É muito comum os alunos reclamarem que não estão escutando bem seus professores, pois há interferência de outras vozes dos demais docentes, provocada por vários motivos: proximidade das classes, muitas salas dentro do templo, professores que falam alto. Estes são os ruídos da comunicação que podem interferir negativamente no entendimento da mensagem. O que fazer para solucionar este problema? O bom senso e a criatividade devem prevalecer! Diminuir a quantidade de classes dentro do templo, utilizar outros espaços da igreja para outras salas, os professores que falam muito alto devem ser orientados a falar mais baixo, além de lembrá-los de que quando estão ensinando não há necessidade de falar demasiadamente alto e com eloquência e entonação de voz como se estivesse pregando.
Como fazer o feedback? O professor durante a aula deve observar os sinais de compreensão ou não da mensagem(o conteúdo da aula), através da expressão facial e corporal dos alunos,  testando o canal da comunicação, para identificar se estão entendendo o assunto, fazendo perguntas sobre o assunto e expressões como: “Estão entendendo?” e “Alguma dúvida?”.
Enfim, para que haja aprendizagem nas aulas da EBD, a mensagem deve ser transmitida de forma que os alunos a compreendam, contextualizada com as características daquela classe, buscando a participação dos alunos e observação atenta do professor para minimizar falhas na comunicação.
 
Por Sulamita Macedo.
Fonte: atitudedeaprendiz.blogspot.com

quinta-feira, 6 de abril de 2017

LIÇÃO 02 – ABEL, EXEMPLO DE CARÁTER QUE AGRADA A DEUS

COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

ESBOÇO Nº 2

LIÇÃO 02 – ABEL, EXEMPLO DE CARÁTER QUE AGRADA A DEUS

Abel é o primeiro homem chamado de justo nas Escrituras e pelo Senhor Jesus.

INTRODUÇÃO
- Iniciando o estudo de personagens bíblicas que nos indicam como deve ser o caráter do cristão, estudaremos Abel.
- Abel é o primeiro homem chamado de justo nas Escrituras e pelo Senhor Jesus.

I – OS FILHOS DE ADÃO E EVA
– Expulsos do jardim do Éden, o primeiro casal começou a cumprir a ordem divina para lavrar a terra como determinado pelo Senhor (Gn.4:23). Isto nos mostra claramente que Deus está no controle de todas as coisas, pois, apesar da entrada do homem no pecado e do aparente triunfo de Satanás, nada pôde impedir que se fizesse exatamente o que Deus havia determinado: o homem não teve mais acesso ao jardim do Éden e foi aguardar a sua morte física.
– A narrativa bíblica prossegue dizendo que Adão conheceu Eva e ela concebeu, tendo a Caim, tendo a mulher dito ter alcançado de Deus um varão (Gn.4:1).
– Este texto traz importantes lições. A primeira é de que o primeiro casal, embora tenha pecado, iniciou uma busca da comunhão com Deus. Disto podemos ter certeza por duas razões. Por primeiro, porque eles cumpriram a ordem de Deus para a procriação. Mesmo expulsos do jardim do Éden, não se rebelaram contra o Senhor, mas resolveram se multiplicar.
– Apesar da vergonha que passaram a ter entre si, em virtude do pecado, não deixaram de querer a procriação.
– A segunda razão pela qual podemos dizer que o primeiro casal buscava a presença de Deus é que Eva agradeceu a Deus quando deu à luz Caim, dizendo ter alcançado de Deus um varão, prova de que via no nascimento de seu filho um sinal da misericórdia divina, de que estava em pé a promessa de que viria a “semente da mulher” prometida no jardim do Éden para a redenção da humanidade.
- O primeiro casal foram os primeiros a crer na promessa recebida de Deus, fé esta que é a responsável pela salvação de todos quantos viveram sobre a face da Terra até a vinda do Senhor Jesus, como, aliás, bem diz o escritor aos hebreus ao nos trazer a galeria dos heróis da fé no capítulo 11 daquela carta.
– A segunda lição que aprendemos é de que devemos cumprir o propósito divino da procriação e, assim, ter filhos, reconhecendo-os como bênção do Senhor para nós.
– “Caim” significa “aquisição”. O primeiro casal, a começar de Eva, era grato a Deus por Sua misericórdia, reconheciam que Deus não os havia abandonado e que por isso tinham adquirido uma bênção, que era o filho, que, muito provavelmente, entendiam ser aquele que restabeleceria a comunhão com o Senhor, como prometido. Os filhos devem sempre ser considerados como uma bênção, pois são “herança do Senhor” (Sl.127:3).
– A terceira lição que aprendemos neste texto é a de que o fato de estarmos num estado de depravação por causa do pecado não nos impede de reconhecer de que Deus está no controle de todas as coisas e de que é participante de Sua criação.
- O primeiro casal agradeceu a Deus o nascimento de seu filho Caim, prova de que a pecaminosidade do homem não o impede de ter conhecimento de que Deus existe e de atribuir ao Senhor tudo quanto ocorre em suas vidas.
– O apóstolo Paulo bem nos mostra isto ao dizer que a própria criação revela Deus aos homens, de modo que eles não podem se desculpar por não terem escolhido servi-l’O (Rm.1:18-20), circunstância, aliás, que nos mostra que Deus dá real oportunidade de salvação a todos os homens, não havendo, assim, uma predestinação incondicional, como defendem os calvinistas.
– O texto sagrado, também, mostra-nos que Caim teve um irmão, que recebeu o nome de “Abel”, cujo significado é “sopro”, “vapor”. É importante destacar que o texto sagrado não diz que eram apenas estes os dois filhos do primeiro casal.

- Sem levar em conta se havia filhos antes da queda, devemos observar que, em Gn.5:4, é dito que teve o primeiro casal filhos e filhas, de modo que foram muitos os filhos que Adão teve, mesmo se considerarmos que os teve apenas depois da queda, durante os 930 anos em que viveu após a queda, e dentro de um propósito divino de que a terra se enchesse, não tendo porque não acharmos que o primeiro casal foi extremamente fértil durante toda a sua existência terrena.


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Filename: 2T2017_L2_esboço_caramuru.pdf

Lição 02: Abel, Exemplo de Caráter que Agrada a Deus (Adulto)


Dinâmica: Sai, Olho Gordo!

Objetivo: Introduzir o tema sobre a inveja.
Material:
01 figura de 01 olho em tamanho grande.

Procedimento:
- Coloquem no quadro ou cartolina uma figura de um olho em tamanho grande.
- Depois, escrevam a expressão: Sai, Olho Gordo!
- Perguntem: Esta figura nos remete a que?
Aguardem as respostas. Espera-se que os alunos falem acerca da inveja e que a expressão significa pessoa que tem inveja do outro.
- Depois, distribuam entre os alunos os seguintes ditados populares:
“A inveja é a irmã gêmea do ódio”.
“O invejoso emagrece de ver a gordura alheia”.
“A inveja mata”.
“A tua inveja é a minha felicidade”.
“A mais famosa face da inveja é a maledicência”.
“A inveja é como um sapo, tem olhos grandes e vive sempre na lama”.
- Analisem conjuntamente estes ditados populares, procurando formular uma definição sobre inveja.
Observem atentamente o que os alunos falam e em seguida, se necessário, apresentem o significado do dicionário.
“Sentimento de cobiça à vista da felicidade, da superioridade de outrem: ter inveja de alguém. Tristeza ou desgosto pela prosperidade ou fortuna alheia. Desejo excessivo de possuir exclusivamente o bem de outrem” (Dicionário Web).
- Agora, trabalhem o conteúdo proposto na lição.
Por Sulamita Macedo.
Dinâmica: Inveja
Objetivo: Estudar sobre a inveja.
Material:
Um ramo
Uma figura de sol
Flores
Folhas secas
Um saco
Sementes
Procedimento:
1 - Leiam com os alunos o texto “A inveja do Pequeno Ramo”(postado abaixo), para que os alunos entendam o que vão fazer.
2 - Agora, após a leitura, façam uma encenação deste texto. Para isto, vocês precisam observar as seguintes orientações:
O narrador deve ser o professor.
Escolher um aluno para ser o pequeno ramo, entregar para ele um ramo verde e folhas secas.
Escolher um aluno para ser o jardineiro e outra pessoa para ser a filha; o jardineiro entra com um saco no bolso.
Observar as orientações em itálico e entre parênteses para os alunos realizarem.
A inveja do Pequeno Ramo
Era uma vez um pequeno ramo. O pequeno ramo estava no topo de uma montanha. A montanha mais bela e alta da floresta, do lado da casa de um jardineiro trabalhador. O pequeno ramo era feliz com seus outros amigos ramos ali(todos os alunos devem ficar agachados deste o início da leitura).
Então o tempo foi passando, e a chuva caía(os alunos devem dizer chuá chuá), e o sol nascia(um aluno deve mostrar o sol). E todos os ramos começaram a crescer(os alunos devem se levantar). Os amigos do pequeno ramo, agora já não eram mais ramos, e sim, botões de flor(os alunos mostram as flores). O pequeno ramo ficou feliz pelos amigos, e resolveu parar seu trabalho de crescimento para observá-los.
Então se passou mais um tempo e os amigos do pequeno ramo já viraram canteiros de rosa. E nada do pequeno ramo crescer(o aluno pequeno ramo deve permanecer abaixado). Mas dessa vez, o pequeno ramo não ficou feliz pelos amigos. Ele ficou triste(fazer cara de pessoa triste). Ficou triste e chateado porque seus amigos estavam crescendo e ficando mais bonitos do que ele, simples mato amarelado.
Os amigos do pequeno ramo já eram grandes arbustos e o pequeno ramo estava tão triste de ver seus amigos tão grandes, que ele resolveu ser a praga que estragava a beleza dos grandes arbustos florais.
Agora, os arbustos deixaram cair sementes(os alunos jogam sementes pelo chão), que se multiplicaram, e que formaram um jardim. E cada vez mais, o pequeno ramo tentava estragar a beleza do jardim, se alastrando por todo o gramado.
Chegou um dia que ele ficou tão triste, mas tão triste por causa dos amigos, que resolveu se transformar em uma verdadeira praga parasita, e começou a influenciar os amigos a deixar de produzir aquelas flores tão belas, para que fossem apenas simples arbustos, e o lugar iria ficar mais bonito.
- Simplicidade, meus colegas, simplicidade. Ele os enganava.
Alguns caíam em sua conversa, outros não.
Até que um dia veio o jardineiro daquele lugar, com a filha pequena(o aluno jardineiro e a filha entram). A menina adorou as roseiras. Mas ela notou que havia um matinho chato as enforcando(a menina fica olhando entre as roseiras). Então pediu para o pai arrancar o que estava estragando o trabalho tão bonito do tempo, e da natureza, com seu coração todo mole pelas rosas.
Então o pequeno ramo foi arrancado(o aluno pequeno ramo sai, puxado pelo braço). E só o que sobrou dele, foram suas folhas secas imundas, que o jardineiro recolheu(o aluno jardineiro apanha as folhas secas e coloca no saco), feliz por ter se livrado de uma praga inconveniente, e causado um sorriso a mais no rosto da pequena filha. (Autoria desconhecida)
3 – Depois, analisem com os alunos sobre as consequências da inveja do pequeno ramo.
4 – Em seguida, falem sobre a inveja dos irmãos de José(personagem bíblico); leiam Gn 37. 5 a 11 e se possível apresentem figuras que ilustrem esta narrativa.
Vocês podem conseguir as figuras no departamento infantil da igreja. Pelo fato de mostrar figuras, isto não quer dizer que é algo infantil, pois depende do enfoque dado pelo professor para os alunos adultos.
5 – Depois, leiam Gn 49.22 “José é um ramo frutífero, ramo frutífero junto à fonte; seus ramos correm sobre o muro”.
Em seguida, façam uma comparação entre Abel, um ramo frutífero, com o ramo do texto que não cresceu, Caim.  Estabelecendo diferenças entre eles quanto a oferta aceita por Deus e causa da inveja em Caim.
Por Sulamita Macedo.
Texto Pedagógico
 Como utilizar bem o tempo de aula da EBD
Não perca tempo!
Vamos pensar um pouco sobre o tempo de aula da Escola Bíblica Dominical. Nas escolas seculares, a hora/aula dos turnos matutino e vespertino tem 50 minutos de duração, enquanto no noturno 40m, com 5 aulas diárias. Na EBD, temos 01 aula semanal, geralmente, de 50 a 60 minutos. Considero que é este tempo é pouco, o ideal seria 1h30m. Mas, qualquer que seja o tempo destinado para a aula, deve ser bem utilizado.
            Você já parou para pensar nesse tempo de aula da EBD, relacionando a totalidade de tempo semanal que seu aluno está exposto a muitas formas de informação e influência? Com certeza é um espaço temporal mínimo, então não desperdice os minutos precisos destinados para o estudo da lição. Mas, O que você tem feito com o tempo de aula da EBD?

Uma das formas de utilizar bem o tempo da aula da EBD é realizar o planejamento de ensino, para que o momento da aula seja ocupado com o estudo e com atividades importantes e consistentes para o tema a ser abordado. A outra forma é executá-lo com sucesso.
Ao iniciar a aula, mantenha um contato com os alunos, de forma breve. Na parte inicial das lições que são publicadas neste blog, coloco repetidamente algumas sugestões de como realiza-la, que deve acontecer antes de começar o estudo da lição. Com certeza, você já deve conhecer!
Em seguida, faça a introdução do tema, também de forma rápida, situando o aluno no contexto da lição, associando o tema com aulas anteriores, estimulando o aluno para o que vai ser estudado neste dia. Lembre-se de que a aula não começa aqui, pois já teve seu início naquele momento inicial, já citado no parágrafo anterior.
Depois, utilize o tempo com o desenvolvimento da lição, mantendo o foco da aula, com a explanação do tema a ser estudado e execução de atividades relevantes. Utilize métodos variados e técnicas adequados ao assunto e para os alunos.  Veja, no marcador “Textos Pedagógicos” deste blog, textos sobre diferentes formas de dinamizar as aulas da EBD.
Para conclusão da aula, reserve um tempo para fazer o fechamento da lição, enfatizando os pontos mais importantes, levando o aluno a refletir sobre estes ensinamentos para sua vida prática. Daí, a necessidade de contextualizar o tema da aula com o tipo de aluno que você tem, desde a o desenvolvimento da lição, para que neste momento de finalizar a aula, o aluno possa também fazer suas próprias conclusões.
Não há necessidade de uma rigidez temporal cronometrada pelo relógio de forma exagerada, para a execução das 03 partes da aula – a introdução, o desenvolvido e a conclusão. É necessário apenas um olhar atento e cuidadoso para que não haja perda de tempo. Veja esta sugestão, para uma aula de 60 minutos: reserve 10 minutos para a introdução, 40 minutos para o desenvolvimento, 10 minutos para a conclusão, aproximadamente.
Há professores que não planejam a lição, nem têm cuidado com o tempo de aula e pode achar que 50 a 60 minutos é um grande intervalo temporal para a aula. Então, começa a contar histórias pessoais ou de outrem, divaga pelo assunto sem objetivo, quando percebe o tempo já passou e resta pouco tempo para coisas importantes. Dessa forma, o professor manteve o tempo de aula ocupado, mas foi mal utilizado. Daí, a importância de ler a lição, destacando os pontos mais importantes para trabalhar primeiro, depois os outros pontos serão abordados. Planeje a aula, não improvise.
O professor, tendo conhecimento de como dividir o tempo de aula, não desperdiçará este momento precioso de ensino da Palavra de Deus, saberá o que vai realizar dentro da organização previamente feita e o tempo será ocupado e bem utilizado.
“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”(Ec 3:1), inclusive ministrar uma boa aula, utilizando bem o tempo!


Por Sulamita Macedo.