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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

terça-feira, 20 de setembro de 2016

17º Seminário de EBD - Curitiba



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Lição 13: A evangelização integral nesta última hora (Adulto)


Dinâmica: O Corpo de Cristo

Objetivos:
Refletir sobre o trabalho em equipe e a importância da unidade e comunhão no Corpo de Cristo.
Enfatizar a importância de integrar o novo convertido ao corpo de Cristo.

Material:
Para o grupo 01: 01 folha de papel ofício e coleção de lápis colorido.
Para o grupo 02: 04 tesouras, 02 tubos de cola, 11 lápis coloridos e 11 folhas de papel ofício, estando escrito nelas as seguintes indicações para desenhar, conforme descrição abaixo:
Folha 01: Cabeça
Folha 02: Pescoço
Folha 03: Tronco (humano)
Folha 04: Braço direito
Folha 05: Braço esquerdo
Folha 06: Mão direita
Folha 07: Mão esquerda
Folha 08: Perna direita
Folha 09: Perna esquerda
Folha 10: Pé direito
Folha 11: Pé esquerdo
Procedimento:
1- Dividam a turma em dois grupos e forneçam as seguintes orientações:
Para o grupo 01:
- Desenhar um boneco, utilizando uma folha de papel ofício e uma coleção de lápis colorido, mas trabalhando em equipe. Para isso, esta atividade deverá ser executada sem que as pessoas do grupo 02 vejam o que está sendo desenvolvido.
 Para o grupo 02(com 11 pessoas):
- Cada componente desenhará uma parte do boneco, individualmente, sem que os colegas vejam, para isso é recomendado que os membros deste grupo estejam separados.
- Montar o boneco, recortando as partes desenhadas e colando-as.
2 – Peçam ao grupo 01 e 02 para apresentar os dois bonecos.
3 – Solicitem para que observem o resultado de cada grupo.
O grupo 01 tem um boneco com partes proporcionais e uniformes.  O grupo 02, embora apresentem um boneco com as características semelhantes ao boneco 01, tem um resultado disforme, desorganizado e desproporcional.
 Perguntem: Por que são diferentes?
O Grupo 01 tem um resultado melhor porque trabalharam em equipe, houve unidade para o desenvolvimento do trabalho.
O Grupo 02 tem um mau resultado porque não trabalharam com união, não trabalharam de forma coletiva.
Quais conclusões podemos extrair dessa dinâmica para nossa vida cristã? Falem da importância da unidade e a comunhão que deve haver no Corpo de Cristo.
4 – Para concluir, leiam: I co 12. 12 e 27; Sl 133.01; Fp 2. 1 a 5.
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
Texto Pedagógico
Discipulado e a EBD

            Fazer discípulo é parte constante da Grande Comissão, conforme Mt 28. 19 e 20: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém”(grifo nosso). Além do verbo “ir”(Ide),  há também o “fazer” discípulo, batizando e  ensinando a guardar os ensinamentos de Jesus. Assim, percebe-se que o importante não é somente ganhar alguém para Cristo, mas ensiná-lo. E a classe da EBD, denominada de Discipulado, cumpre o objetivo de orientar e ensinar a Palavra de Deus.
A classe do Discipulado na EBD é composta por pessoas que aceitaram a Cristo como seu salvador pelo menos há um ano. Nela os recém-convertidos vão conhecer os fundamentos da fé de acordo com a Bíblia, para que os seus primeiros passos sejam orientados e seguros no caminho em que devem andar. Dessa forma, eles estarão sendo cuidados nesta nova etapa da vida e eles podem afirmar de modo diferente do salmista, quando disse: “Olhei para a minha direita, e vi; mas não havia quem me conhecesse. Refúgio me faltou; ninguém cuidou da minha alma”(Sl 142:4).
            Para que haja alunos nesta sala é recomendável que as pessoas que integram o
departamento de Discipulado e os professores, estejam atentos a aqueles que aceitam a Cristo nos cultos, para que sejam convidados a participar da classe do Discipulado, entregando-lhes um convite contendo o local, horário e endereço da igreja ou de outro local onde se realizam as aulas, como também presenteá-los com uma Bíblia(existem exemplares a venda com preços razoáveis) e fazer o registro do nome, endereço, telefone etc.

            Tanto o departamento de Discipulado como os professores devem de forma equilibrada manter contato com os recém-convertidos, através de telefone, e-mail, rede social, visita em domicílio com agendamento prévio, com a intenção de mantê-los unidos, informados. Dessa forma, perceberão que são lembrados, queridos e cuidados.  Sendo assim, eles terão vontade e prazer de estar na classe para aprender da Palavra de Deus. Paulo alerta: “Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo(I Pe 2:2).
A receptividade dos alunos recém-convertidos à classe deve ser de forma prazerosa para que eles se sintam integrados e acolhidos pelos professores e alunos, que da mesma forma que eles, também ingressaram recentemente no evangelho e na classe. Na primeira aula, eles devem receber uma revista de lições bíblicas para que possam ler e acompanhar os temas a serem estudados. É interessante também uma conversa particular com os alunos que chegam para explicar como funciona a EBD e orientá-los a participar dos cultos, mostrando a importância da frequência aos trabalhos da igreja, pois necessitam de alimento para que possa haver desenvolvimento espiritual, conforme lemos em II Pe 3.18: “Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo”.
            É interessante também que o professor da classe oportunize aos alunos momento para que perguntem e tirem dúvidas, pois desta forma se sentirão mais confiantes tendo em vista que as respostas dadas pelo docente vão firmando novas ideias de conformidade com a Palavra de Deus. O ensinamento para este tipo de classe pode ser comparado ao alimento fornecido para uma criança recém-nascida, isto é, como “meninos em Cristo” de acordo com as palavras do apóstolo Paulo: “E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas[...] como a meninos em Cristo. Com leite vos criei, e não com carne, porque ainda não podíeis”(I Co 3:1 e 2). Daí a importância deste tipo de classe para um crescimento progressivo e adequado, através de uma alimentação espiritual correta e sistemática, para que o evangelho seja gerado neles. Esta ideia é confirmada por Paulo quando escreveu aos Galátas: “Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós”(Gl 4:19).
Apresentar para os novos convertidos a importância de estar reunidos é de fundamental importância para que percebam a necessidade de ser frequentes aos trabalhos do discipulado e da igreja. Para exemplificar isto, pode ser realizada uma dinâmica, na qual se entrega 01 palito de churrasco para cada pessoa e pedir para que quebrem. Eles vão quebrar com facilidade. Depois, pegar uma quantidade de palitos correspondente a quantidade de pessoas, entregar para alguém do grupo e pedir que ele quebre o conjunto de palitos. Ele não vai conseguir. Depois, comentar sobre as lições que podem ser tiradas deste procedimento: o novo convertido isolado pode ter mais dificuldade para se manter em pé, as dúvidas e as críticas que recebe pode enfraquecer sua fé, e ser quebrado como aconteceu com o palito. Mas, ele estando integrado, se sentirá mais forte e com orientação se sentirá fundamentado e seguro para prosseguir, como na demonstração de todos os palitos juntos. Em seguida, apresentem este versículo para enfatizar a importância da integração do novo discípulo as atividades já mencionadas: “E ajunta um ao outro, para que se unam, e se tornem uma só vara na tua mão”(Ez 37:17).
Finalmente, a resposta do mordomo-mor etíope “Como poderei entender, se alguém não me ensinar?”(At 8. 31) para Felipe demonstra a real necessidade do ensino e da orientação para que o novo convertido entenda os valores do Reino de Deus, contidos na Palavra de Deus.


Por Sulamita Macedo.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Lição 12: A evangelização real na era digital (Adultos)



Dinâmica: Evangelizando na Mídia Virtual

Objetivos:
Refletir sobre o uso da Internet.
Enfatizar a utilização da internet para evangelizar

Material:
½ de uma cartolina de cor verde e vermelha
02 pincéis atômicos

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo. O professor também deve fazer parte do círculo.
- Perguntem: De que modo vocês acessam a internet?
As respostas devem girar em torno do acesso em casa, na escola, na rua, através de celular, computador, tablet etc.
- Aproveitem este momento e falem sobre a facilidade de acesso com tantas possibilidades.
- Agora, apresentem para os alunos ½ de cartolina, uma de cor verde e outra vermelha, contendo duas perguntas:
Na verde: Quais os pontos positivos da Internet?
Na vermelha: Quais os pontos negativos da Internet?
Entreguem a folha verde(dos pontos positivos) para um aluno que está a sua direita e falem:
Cada um vai responder e passar a folha para o colega do lado direito.
Entreguem a folha vermelha(dos pontos negativos) para um aluno que está a sua esquerda e falem:
Cada um vai responder e passar a folha para o colega do lado esquerdo.
Fiquem observando a atividade e orientem os alunos para que tenham pressa e cuidado ao responder.
- Após a conclusão desta parte, leiam para os alunos os pontos positivos e negativos da Internet, reflitam com eles sobre as respostas e acrescentem outras informações se necessário.
Reflitam sobre as cores utilizadas – verde e vermelha em relação aos pontos negativos e positivos. A cor verde significa algo positivo, bom e que pode ter livre acesso, mas a cor vermelha nos remete a cuidado, proibição.
- Enfatizem que nos pontos positivos, podemos acrescentar a evangelização na internet.
- Para concluir, falem: É sobre este assunto que vamos estudar na aula de hoje.
Por Sulamita Macedo.


 Texto Pedagógico
Tecnologias na EBD

            A comunicação é algo imprescindível na vida do ser humano, tendo em vista viver em sociedade. Conviver com seus pares requer que haja o ato comunicativo e dessa forma conhecemos, deste os tempos idos, formas diferenciadas deste processo e que com o passar do tempo foi se desenvolvendo de forma vasta e rápida.
Mecanismos e tecnologias foram desenvolvidos, e, na era moderna e pós-moderna, com a introdução dos computadores e internet, constata-se o elevado sistema de informações e comunicação abrangendo as diversas áreas do relacionamento humano, quer seja na economia, na saúde, na educação e tantos outros.
As TICs (Tecnologia da Informação e da Comunicação) estão presentes na Educação como uma estratégia pedagógica adicional para que haja melhoria na transmissão dos conteúdos.

Na EBD(Escola Bíblica Dominical) também as tecnologias devem ser inseridas no processo de ensino e aprendizagem. Para isto, alguns pontos devem ser observados para a utilização:
- Local disponível: é interessante que os recursos tecnológicos sejam utilizados em local apropriado. É inadequado o uso dentro do templo, pois chama atenção de outras classes. Caso a Igreja não disponibilize um local reservado para este fim, procure outro espaço, organizando para a aula, com antecedência. Procure agendar previamente o espaço e o equipamento com o superintendente.
- Saber utilizar a ferramenta ou pedir ajuda: o professor deve investigar o potencial da tecnologia e como manuseá-la. Saiba como utilizar as ferramentas da internet, como email, blog, facebook etc para manter-se conectado ao mundo virtual com seus alunos, explorando estes elementos a favor do ensino da EBD e formação de vínculos. Caso você vá usar algum equipamento e não tem segurança, peça ajuda a alguém que conheça (outro professor, os alunos) – fazer esta parceria é um sinal de sabedoria.
- Trocar experiências: converse com colegas que já utilizam as tecnologias, procurando saber os pontos positivos e negativos, as dificuldades, os resultados na aprendizagem.
- Inserção no Planejamento de Aula: o professor precisa avaliar qual tipo de tecnologia deve utilizar em determinado assunto e variar a forma de utilização.
- Tenha sempre outra atividade em caso de falta de energia, problemas no equipamento: é muito importante que o professor tenha um plano B, isto é, outra forma de trabalhar o conteúdo, pois na falta de energia ou equipamento que não funciona, você não será pego de surpresa e já terá outra  estratégia  planejada  para ministrar a aula.
- Aprofundar no conhecimento da tecnologia: há muitos cursos que são oferecidos, inclusive a preços módicos. Inscreva-se e tome posse deste conhecimento, mergulhe e aprofunde-se. Na internet é possível também encontrar os tutoriais, que explicam o passo a passo de como utilizar programas e recursos. Se você já sabe utilizar, encoraje outros a fazê-lo.
A tecnologia não substitui o professor, nem a participação dos alunos na aula, sua utilização deve ser entendida como facilitador da aprendizagem. Se você julga ou tem certeza que a tecnologia atrapalha a tarefa de ensinar, é porque você ainda não sabe utilizá-la ou ainda não entendeu para que serve como estratégia de ensino.
Então, fique atento as observações expostas neste texto. Procure dinamizar o ensino, utilizando estratégias diferenciadas para que haja maior retenção da aprendizagem da Palavra de Deus.


Por Sulamita Macedo.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Lição 11: A evangelização das pessoas com deficiência (Adultos)

Apresentem as figuras abaixo e reflitam com os alunos sobre as dificuldades da pessoa com deficiência e falta de informação daqueles que não possuem deficiência.





- Lembrem-se de que ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Inclusão
Objetivos:
Refletir sobre a importância da evangelização aos portadores de deficiência.
Enfatizar que o evangelho é inclusivo.
Material(humano): Quantidade de pessoas em número ímpar.
Procedimento:
1 - Organizem os alunos em círculo. A quantidade deve ser ímpar.
2 - Solicitem que os alunos formem duplas, quando vocês disserem: Agora! ou Já! Sobrará sempre uma pessoa.
3 - Perguntem para a pessoa que ficou sozinha:
- Como você se sentiu por não está formando uma dupla?
- É ruim não está incluído?
4 - Perguntem a 01 ou 02 pessoas que formaram duplas:
Como se sentiu formando duplas, isto é, não ficar excluído?
5 - Continuem fazendo o mesmo procedimento pelos menos 05 vezes, com a mesma quantidade de pessoas em número ímpar. Falem que a cada comando(dizer Agora! ou Já!), as duplas devem ser formadas por pessoas diferentes.
6 - Lembrem-se de que poderão ocorrer várias situações:
- Haverá alguém que conseguiu fazer duplas em todos momentos.
- Haverá alguém que conseguiu ora formar dupla ora ficar “excluído”.
- Haverá alguém que desistiu de tentar formar duplas.
7 – Finalizem, enfatizando a importância:
- Da inclusão dos portadores de necessidades especiais no evangelho de Cristo.
- Da Igreja oferecer condições para que os portadores de deficiências se sintam integrados e que tenham acessibilidade.
8 – Para concluir, leiam:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”(João 3:16).
“E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas”(Atos 10:34).
“Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos”(Lucas 14:21).
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.

Sugestão para a conclusão do 3º.Trimestre de 2016:

Listar os tipos de grupos para evangelizar apresentados nas lições;
Lembrar quais as estratégias de evangelização para os grupos estudados no trimestre;
Cada aluno ou mais de um aluno escolher um ou mais grupos para evangelizar durante a semana;
Apresentar o resultado da evangelização no próximo domingo.

Texto Pedagógico

A Inclusão na Escola Bíblica Dominical

A Educação Inclusiva está fundamentada no direito ao acesso a escola para todos e no respeito às diferenças. O olhar para o aluno com deficiência deve ser de um sujeito capaz de responder as exigências do meio de acordo com as condições que lhe são oferecidas e com a maneira particular que lhe é específica.
            O evangelho anunciado por Jesus era inclusivo. Jesus demonstrou amor pelos portadores de deficiência, curando-os, pregando a salvação e ensinando os valores do reino.  A igreja precisa divulgar o evangelho para todos, incluindo os deficientes, cumprindo o ide de Jesus: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”(Marcos 16:15 – grifo nosso).
A inclusão de pessoas portadoras de deficiência pode e deve ser praticada nas classes de Escola Dominical.  Que atitudes devem ser observadas para a inclusão do aluno com deficiência na EBD? Observe estes itens:
- Não rejeitar o aluno com deficiência;
- Acolher e integrar o aluno, procurando socializa-lo com os demais colegas;
- Falar para os alunos que nós somos diferentes um dos outros e falar sobre mais uma diferença – a deficiência;
- Não se desesperar ao tomar conhecimento de que há na classe um aluno com deficiência;
- Fala com a família do aluno com deficiência sobre o comportamento dele, como reagir em situações inesperadas e aprendizagem;
- Procurar ajuda com quem já possui experiência nesta área;
- Ler sobre a deficiência do aluno e como ele aprende;
- Não ficar preso ao diagnóstico, a deficiência, ao problema;
- Entender que o aluno com deficiência intelectual aprende de forma diferente, mas aprende;
- Observar como o aluno aprende e fazer as intervenções, adaptando as atividades da aula;
- Organizar o planejamento de aula, com atividades para todos os alunos, inclusive para o portador de necessidade educativa especial.

Atentem agora para as atitudes que não podem ser aceitas por parte do professor, coordenador etc.:
- Rejeitar o aluno;
- Aceitar o aluno e fazer de conta que ele é invisível;
- Deixar que os outros alunos coloquem apelidos ou fazer imitações relacionadas a deficiência;
- Superproteger o aluno com deficiência;
- Não planejar atividades para o tipo de deficiência;
- Falar que o aluno deficiente não aprende, que ele não sabe.
Um aluno com deficiência física aprende como outro aluno sem deficiência, se ele não tiver comprometimento mental. A dificuldade do aluno será certamente a locomoção e a coordenação motora. Para melhor atender ao cadeirante é importante que a acessibilidade esteja adequada, para que não haja barreiras arquitetônicas que dificultem ou impeçam seu acesso às dependências da igreja.
Caso o aluno tenha deficiência intelectual, ele também aprenderá da forma que lhe é possível. Conteúdo abstrato é um fator de dificuldade para quem tem comprometimento cognitivo. O professor deve exemplificar o assunto com situações do cotidiano para favorecer a compreensão.
O aluno com deficiência auditiva se comunica com gestos ou Libras(Língua Brasileira de Sinais) ou  pela leitura labial do interlocutor. Se ele for oralizado, o professor deverá falar de frente para o aluno e articular bem as palavras.
O aluno com deficiência visual total ou parcial requer do professor o cuidado de detalhar o conteúdo e falar o que está contido nos recursos visuais, como mapa, cartaz, filme etc. O ideal seria o uso do Sistema Braille que serve para a escrita e leitura, uma linguagem em código, aceita mundialmente.
Como o professor deve agir, caso deseje exibir um filme e em sua classe há portadores de deficiência auditiva e visual?  O filme requer o uso da visão e da audição, há uma recomendação a ser observada quanto à presença de alunos com necessidades especiais, no caso dos deficientes auditivos(surdos) e dos deficientes visuais(cegos), para que eles sejam incluídos no processo da aula.
 Com alunos surdos na sala, o ideal é escolher filmes legendados, se ele for alfabetizado na segunda língua(Português). Se for alfabetizado em Libras(primeira língua), é interessante a presença de um intérprete. Mesmo que o surdo seja oralizado, fazer uso da leitura labial no filme é quase impossível, pois os atores não falam de frente para o ouvinte e de forma pausada.
Com a presença de alunos cegos ou de baixa visão, fazer um resumo oral ou em Braille do que vai ser exibido, detalhando imagens mais importantes de forma que ele entenda.
A igreja além de evangelizar os deficientes, também deve se organizar para discipular aqueles que aceitam a Cristo. A Escola Dominical é o espaço ideal para o ensino da Palavra de Deus, pois o recém-convertido participará de uma classe específica. Os professores devem estar preparados para receber e ensinar os alunos que tenham ou não deficiência. Mãos à obra!

Por Sulamita Macedo.
http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Dinâmica da Lição 10: O poder da evangelização na família (Adultos)


Dinâmica: A Semente

Objetivo: Refletir sobre a Educação Cristã no lar, como responsabilidade dos pais.


Material:
01 baú ou 01 caixa
Sementes
Figuras de pedras preciosas ou de jóias(uma para cada aluno), coladas em cartolina branca
01 caneta para cada aluno
Versículo digitado e colado em cartolina: “Eis que são os filhos herança da parte do Senhor. Recompensa de Deus, o fruto do ventre”(Sl 127.3).

Procedimento:
- Coloquem no quadro ou cartolina o versículo e depois leiam: “Eis que são os filhos herança da parte do Senhor. Recompensa de Deus, o fruto do ventre”(Sl 127.3).
- Distribuam uma figura de pedra preciosa para cada aluno.
Se for numa classe de casais, de homens/pais ou mulheres/mães: peçam para que escrevam o nome dos filhos por traz da figura.
Se for numa classe de jovens ou de alunos que ainda não são pais ou mães: peçam para que escrevam o próprio nome por trás da figura.
- Agora, peçam para que os alunos leiam o versículo “Eis que são os filhos herança da parte do Senhor. Recompensa de Deus, o fruto do ventre”(Sl 127.3), com uma modificação.
- Eles deverão falar o nome dos filhos ou seu próprio nome dessa forma, veja estes exemplos:
Eis que Priscila é herança da parte do Senhor. Recompensa de Deus, o fruto do meu ventre com Valmir.
Eis que eu, Priscila, sou herança da parte do Senhor. Recompensa de Deus, o fruto do ventre da minha mãe(Sulamita) com meu pai Valmir.
- Solicitem para que cada pessoa fale o versículo com a modificação sugerida. Se a classe for grande, orientem para que apenas alguns falem.
- Depois, Apresentem um baú ou uma caixa, com sementes dentro, mas não mostrem para os alunos.
- Falem: Tenho aqui neste baú algo muito precioso. Querem saber o que é? Antes preciso contar uma história para vocês.
- Falem: “Conta-se que um homem deixou de herança para seus filhos um velho baú(mostrem o baú). Ao abrir, depois de certo esforço, os filhos daquele senhor, ficaram surpresos com seu conteúdo. Julgando que ali encontrariam dinheiro, pedras preciosas ou algum documento de valor bancário, eles ficaram decepcionados. Reviraram e despejaram tudo no chão para investigar se havia algo escondido, mas não acharam o que buscavam. Mas, afinal, o que eles encontraram? Sementes!(abram o baú e mostrem as sementes). Um dos filhos ficou muito revoltado, xingou o pai(mesmo depois de morto) e foi embora. O segundo filho, colocou as sementes de volta no baú e ficou pensando sobre a razão do pai ter deixado para eles as sementes como herança. Depois, de vários meses, ele decidiu plantá-las no terreno da casa do pai. Qual não foi sua surpresa, houve uma grande produção e ele ganhou muito dinheiro”(autoria desconhecida).
- Perguntem: O que representa a semente na parábola do Semeador (Mt 13. 3 a 8.)?
Aguardem as respostas. Certamente eles apontarão que é a Palavra de Deus.
- Depois, reflitam sobre cada situação da parábola, associando-as ao ensino da Palavra de Deus nos dias atuais para os filhos.
Lembrando que a Palavra de Deus, a semente, para se desenvolver precisa cair em solo fértil, que deve ser preparado no lar, através das instruções na família, como também pelo exemplo dos pais e na Igreja.
- Retomando o texto lido, façam uma relação entre a herança deixada por aquele pai para seus filhos com o ensino da Palavra de Deus no lar:
As sementes estavam guardadas, mas só passaram a ter produção quando plantadas. Da mesma forma é a Palavra de Deus, se não for exposta, explicada não haverá conhecimento e prática dos seus ensinamentos.  A Palavra de Deus é bem muito precioso, uma herança dos pais para seus filhos, que deve ser compartilhada e ensinada no lar pelos pais.
- Para concluir, recolham todas as figuras de pedras preciosas, coloquem dentro do baú e leiam: “...onde está o teu tesouro, ali estará também o teu coração”(Mt 6.21).
Falem aqui está o nosso tesouro, nossos filhos, coloquemos o nosso coração, nossa vontade e determinação para que cuidemos deles, ensinando-lhes em todo tempo, conforme Dt 6. 6 a 9.


Por Sulamita Macedo.


Texto Pedagógico

Adequação da Linguagem na EBD

            Adequação da linguagem é a habilidade que o usuário da língua se apropria para adaptar a fala de acordo com o contexto, o local, o assunto e o tipo de ouvinte.
O cuidado com a compreensão daquilo que é transmitido é um ponto importante para que a comunicação na Escola Bíblica Dominical aconteça de forma satisfatória.
Na classe da EBD há uma diversidade enorme entre os alunos quanto à formação escolar, podendo ter um analfabeto, outro que lê com dificuldade e outros que tiveram oportunidade de progredir nos estudos, chegando até ao curso superior ou de pós-graduação. Diante dessa situação, o professor deve utilizar uma linguagem que seja compreensiva a todos os alunos.

Na Bíblia, encontramos exemplos de alguns personagens, que ao serem chamados para uma função, tiveram a preocupação quando a forma de se comunicar. Vejamos:
“Então disse Moisés ao Senhor: Ah, meu Senhor! eu não sou homem eloquente, nem de ontem nem de anteontem, nem ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua”(Êxodo 4:10).
“Então disse eu: Ah, Senhor DEUS! Eis que não sei falar; porque ainda sou um menino”(Jeremias 1:6).
Moisés e Jeremias ao serem chamados para o ministério, um como líder e o outro como profeta, revelaram cuidado quanto à comunicação. O professor de EBD também deve apresentar esse cuidado ao transmitir o conteúdo da lição para seus alunos.
            É recomendável que o professor ao ensinar utilize vocabulário simples. Ao expressar alguma palavra menos usual, imediatamente fale outra mais comum de mesmo significado para que todos entendam a mensagem que está sendo transmitida.
            Caso o professor não considere importante fazer a adequação da linguagem, a comunicação não vai ocorrer de forma satisfatória, pois haverá elementos não conhecidos ou não entendidos na fala do transmissor(o professor) que vão afetar o entendimento do que está sendo falado. Os alunos não vão ter tempo para consultar o dicionário e buscar o significado das palavras menos conhecidas utilizadas pelo professor, então cabe ao docente adequar sua linguagem para que todos compreendam.
            Nas lições bíblicas e no texto bíblico aparecem algumas palavras pouco conhecidas e por se tratar de um estudo previamente escrito, os significados dessas palavras devem explanados para a classe para que haja melhor entendimento do assunto.
O ideal é utilizar vocabulário que comunique, isto é, adaptar a fala ao tipo de ouvinte e a situação. O apóstolo Paulo nos dá um exemplo de adequação situacional quanto a sua forma de atuação:
“E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei. Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei. Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns”(1 Coríntios 9:20-22).
O professor da EBD tem como exemplo o apóstolo Paulo que para salvar alguns se adequou a uma situação já descrita acima. E os professores que através do ensino estão formando Cristo na vida de seus alunos, o que podem e devem fazer?
Observem o exemplo do apóstolo Paulo ao apresentar a pregação da mensagem salvífica para os coríntios:
“E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor. E a minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder; para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus”(1 Coríntios 2:1-5 – grifo nosso).
Adequar a linguagem para a situação comunicativa de sala de aula é uma atitude sábia por parte do professor da Escola Bíblica Dominical.


Por Sulamita Macedo.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Lição 09: A Evangelização das crianças (Adultos)



Dinâmica: Evangelizando crianças

Objetivo:
Despertar nos adultos como se faz a apresentação da salvação para as crianças, utilizando linguagem e recurso visual adequado a elas.

Material:
“Livro sem palavras” com 05 páginas(01 dourada, 01 preta, 01 vermelha, 01 branca, , 01 verde).
Observação: O departamento infantil da igreja deve ter este livro.

Procedimento:
Antes da aula:
- Convidem 01 professora do Departamento Infantil para apresentar como é realizada a evangelização de crianças na Escola Dominical, no culto Infantil, na Escola Bíblica de Férias.
- Peçam para que no dia da aula da classe de adultos, ela também apresente a história do “Livro sem palavras”.

Durante a aula:
1 - Apresentem o livro sem palavras e perguntem: Vocês conhecem este livro?
Aguardem as respostas.
Observação importante:
A ideia de apresentar o “Livro sem palavras” não é de infantilizar a aula dos adultos, mas fazê-los entender como se faz a evangelização das crianças.
2 - Falem: Este livro não foi produzido recentemente. Há um fato curioso sobre ele que aconteceu em 1866, através do pastor e pregador Spurgeon.
Mas, quem foi Spurgeon?
Spurgeon(1834-1892) era pregador, autor e editor britânico. Foi pastor do Tabernáculo Batista Metropolitano, em Londres, desde 1861 até a data de sua morte. Fundou um seminário, um orfanato e editou uma revista mensal chamada “Sword and Trowel”. Conhecido como “Príncipe dos Pregadores”, Spurgeon escreveu muitos livros e artigos, particularmente na área devocional”( http://voltemosaoevangelho.com/blog/autor/charles-h-spurgeon/).
3 - Leiam ou contem para os alunos o fato curisoso(postado abaixo), sendo assim vocês estarão despertando o interesse dos alunos sobre o “Livro sem palavras”:
“O Livro Sem Palavras, primeiro com apenas três páginas — nas cores preta, vermelha e branca — foi apresentado por Charles Spurgeon em 1866. Ao pregar no Tabernáculo Metropolitano, em Londres, o seu sermão tinha por título “O Livro Sem Palavras”. Spurgeon falou sobre um antigo ministro que reuniu três páginas e folheava-as frequentemente para lembrar-se dos seus pecados, do sangue de Cristo derramado por ele e da purificação ‘mais branca do que a neve’ que lhe foi outorgada.
Não se sabe quando a página dourada foi acrescentada, mas ela trouxe outra dimensão ao livro, retratando o amor de Deus e as glórias do Seu lar celestial. Nove anos mais tarde, D. L. Moody usou o livro colorido num culto para crianças onde cerca de 12 mil estavam presentes para ouvir a sua mensagem sobre um “livro de quatro páginas — nas cores preta, vermelha, branca e dourada.
Em 1895, o livro foi levado à India por Amy Carmichael. Amy e sua auxiliar fizeram uma bandeira de cetim nas cores dourada, preta, vermelha e branca, e puseram-na no seu carro puxado por bois, indo de aldeia em aldeia divulgando o Evangelho no sul da Índia. — Um texto muito útil para um sermão de improviso — comentou Amy. Nos grupos menores ela usava o pequeno livro em vez da bandeira” (Bíblia de Recursos para Crianças – Ed. Hagnos – p. 20).
4 - Agora, a professora do departamento Infantil vai contar a história do “Livro sem palavras”, que normalmente têm as seguintes ideias:

PÁGINA DOURADA
Esta página dourada fala-nos do Céu. Não posso dizer como é lindo o Céu, mas há um versículo da Palavra de Deus que nos dá uma ideia. É o Apocalipse 21:21 “E as doze portas eram doze pérolas...A praça da cidade é de ouro puro.”
Mais do que isso, o céu é um lugar de alegria. Ninguém fica doente no Céu. Não há dores, nem sofrimentos, nem tristezas. Melhor ainda, ninguém morre. “E Deus enxugará dos olhos as lágrimas e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor” (Ap 21:4)
Somente Deus poderia criar um lugar tão maravilhoso. Já sabias que Deus te ama tanto que quer que estejas no Céu com Ele para sempre?  Quando o Senhor Jesus voltou para o céu depois de morrer na cruz e ressuscitar dos mortos, Ele disse que ia preparar um lugar para nós. E Deus quer-te lá com Ele para ser feliz eternamente.
PÁGINA PRETA
Se a rua à frente da tua casa fosse de ouro, quanto tempo ela ficaria ali?  Uma noite? “Oh”, dirás, “alguém a roubaria”. Mas não é pecado roubar? Claro que é. E lá no Céu... “Nela nunca penetrará coisa alguma contaminada... e mentira” (Ap 21:27). Quer dizer que o pecado não poderá entrar no Céu para estragá-lo.
Pensa, então: Deus quer que cada um de nós vá para o Céu, mas se há pecado nos  nossos corações, este impede-nos de entrar no Céu.
A página preta representa o pecado nos nossos corações, o pecado que nunca poderá entrar no Céu. A Palavra de Deus diz-nos que “Todos pecaram” (Rm 3:23). Tu também precisas dizer, “eu pequei”.
Mas, escuta... Deus tem Boas Novas para ti! Ele tem um remédio que faz possível livrarmo-nos dos pecados! Nós não podemos fazer nada para limpar os nossos corações. Mas Deus pode e faz... se crermos no Evangelho: “que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15:3-4).
 
PÁGINA VERMELHA
Esta página vermelha representa o precioso sangue do Senhor Jesus Cristo. A Bíblia ensina-nos que “o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado” (1 Jo 1:7). Não é maravilhoso saber que Deus não somente nos ama tanto que nos quer no Céu, mas nos ama tanto que deu o Seu único Filho para ser o nosso Salvador e para levar o castigo dos nossos pecados? Quando o Senhor Jesus morreu na cruz, Deus pôs sobre Ele os nossos pecados. Assim diz 2 Co 5:21 “Àquele que não conheceu pecado, O fez pecado por nós; para que n'Ele fôssemos feitos justiça de Deus”.
Depois de morrer em nosso lugar, Jesus foi sepultado, e ao terceiro dia ressuscitou! Viveu novamente! Jesus está vivo! E porque Ele vive, Ele pode vir morar nos nossos corações. Ele diz agora: “Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa” (Ap 3:20). Quando convidamos o Senhor Jesus a entrar nos nossos corações e a ficar para nos salvar do pecado, Ele entra e fica.
PÁGINA BRANCA
A página branca representa o coração limpo, que Jesus já purificou. Sabes quão branco ele torna o coração que O recebe? Tão branquinho como a neve? Não! Mais branco do que a neve! A Bíblia diz, “Lava-me, e ficarei mais alvo que a neve” (Sl 51:7b).
Tu não gostarias de ter o teu coração tão limpinho assim?  Deus quer perdoar os teus pecados e purificar o teu coração, e assim Ele fará no momento que receberes Jesus como teu Salvador. Jesus já morreu em teu lugar; Ele quer ser o teu Salvador; quer dar-te a vida eterna... vida eterna no Céu.
Jesus está a bater à porta do teu coração. Precisas de abrir a porta e deixá-lO entrar. Não queres fazer isso agora mesmo? Então, abaixa agora a Tua cabeça e pede ao Senhor Jesus que entre no teu coração. Pede para Ele ser o teu Salvador.
A salvação é um presente. Como fazemos ao receber um presente? Agradecemos, não é? Então, diz “muito obrigado” agora mesmo a Deus, o Pai. Agradeça a Deus por ter enviado o Senhor Jesus para morrer em teu lugar. Agradece por Ele agora te ter salvo e perdoado dos teus pecados. Agradece por Ele te ter dado agora a vida eterna.
PÁGINA VERDE
A página verde fala-nos da nova vida que recebemos quando aceitamos o Senhor Jesus com o Salvador.
Quais são as coisas verdes que existem na natureza? Sim, as ervas, as árvores, o relvado e as plantas em geral. E são tudo coisas que têm vida. Vamos ler mais um versículo da Bíblia. É João 3:36:  “Quem crê no filho tem a vida eterna”. Tu agora crês no Senhor Jesus como Salvador e Senhor da tua vida (dono)? Então, este versículo fala de ti. Diz que tens o quê? Exatamente, tu tens a vida eterna - o tipo de vida que precisamos ter para poder entrar no Céu. Tu não estás contente de ter recebido Jesus como teu Salvador?
E, agora, esta nova vida precisa de ser alimentada pela leitura da Palavra de Deus(2 Pe 3:18), e pela oração. Assim irá crescer espiritualmente na vida cristã, agradando ao Senhor Jesus na tua vida diária e ganhando outros para Ele.
5 – Para finalizar, a professora do Departamento Infantil deve apresentar como é realizada a evangelização de crianças na Escola Dominical, no culto Infantil, na Escola Bíblica de Férias.


Por Sulamita Macedo.