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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

Confraternização EBD

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Subsídio Lição 08: Abigail, um caráter restaurado

LIÇÃO 08 - ABIGAIL, UM CARÁTER CONCILIADOR / SUBSÍDIO / PASTOR ISMAEL OLIVEIRA



Nesta lição aprenderemos com uma pessoa de bom caráter a agir com sabedoria diante de grandes crises. A sabedoria e o bom caráter de Abigail superaram as atitudes erradas de duas pessoas que eram lideranças importantes e estavam em conflito. A atitude errada do seu marido Nabal que negou ajuda aos homens de Davi e isso gerou uma sentença de morte contra sua casa. A atitude precipitada de Davi de Eliminar a Nabal e sua casa, pois Deus já queria mata-lo, mas, não seria da forma como Davi planejou.
O nome Nabal significa “tolo”, “insensato”, além disso, era um homem duro e maligno em suas obras, arrogante, dominado por um espírito mal e relacionava-se mal com sua esposa. Nabal (cabeça da casa) representa muitas lideranças na igreja que tem características idênticas, líderes tolos, duros, malignos, arrogantes e que não sabem se relacionar bem com a Igreja (Abigail).
A prosperidade de uma pessoa não está relacionada com um caráter bom ou ruim, não podemos confundir prosperidade com aprovação diante de Deus. Não é porque uma liderança possui sucesso material que isso significa aprovação de seu caráter. Nabal representa os homens arrogantes por causa de seu poder financeiro.

Lição 08: Abigail, um caráter restaurado (adultos)


Dinâmica: Foi a Gota D’água!

Objetivo: Estudar sobre a contenda, suas consequências e como evitá-la.

Material:
01 copo
Água
01 bandeja

Procedimento:
- Escrevam no quadro a expressão “Foi a Gota D’água!”
- Perguntem: O que significa esta expressão?
Aguardem as respostas.
As respostas devem ser em torno de algo que faz com que alguém perca seu limite e paciência de suportar uma situação, então, há uma desestabilização emocional, havendo desencadeamento de atitudes variadas, inclusive gerando a contenda.
- Apresentem o copo com um pouco de água.
- Falem: Esta demonstração pode representar esta situação.
- Coloquem mais água no copo e falem: Vão acontecendo situações que nos causam estresse e vão se avolumando(coloquem mais água no copo, deixando muito cheio, quase transbordando).
- Falem: Mas, uma gota d’água pode fazer o copo transbordar(agora, coloquem um pouco de água e copo transbordará, usem a bandeja para não cair água no chão).
- Falem: Assim também acontece com agente. Às vezes uma palavra, uma cara feia, pode ser a gota d’água e desencadear uma discussão, uma contenda.
- Peçam para que pelo 02 alunos falem sobre um situação que foi a gota d’água que iniciou uma contenda.
- Falem: Na lição de hoje, vamos estudar sobre uma situação de conflito provocada por Nabal com Davi. Mas, Abigail, esposa de Nabal, interveio de forma prudente e corajosa.
- Agora, iniciem o estudo da lição.


Por Sulamita Macedo.
Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 10 de maio de 2017

COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA

COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO Nº 7 – RUTE, UMA MULHER DIGNA DE CONFIANÇA

ESBOÇO Nº 7

INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo de personagens bíblicas que nos ensinam o caráter do cristão, estudaremos a vida de Rute.
- Rute mostra a credibilidade que deve ter o servo de Deus.

I – O QUE É SER DIGNO DE CONFIANÇA
- Na sequência do estudo de personagens bíblicas que nos ensinam o caráter do cristão, estudaremos a vida de Rute.
- A vida de Rute mostra-nos como o servo de Deus deve ter uma conduta que transmita credibilidade a todos que nos cercam. Diz o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa que credibilidade é “atributo, qualidade, característica de quem ou do que é crível; confiabilidade”. “Confiabilidade”, por sua vez, diz o mesmo dicionário é “qualidade do que é confiável; fiabilidade; grau de fidelidade de uma informação em relação ao original; capacidade de uma unidade funcional desempenhar, com um mínimo de falhas ouavarias, dada tarefa sob certas condições e dentro de um período determinado.”- Verificamos, pois, que dizer que alguém é “digno de confiança” (e o nosso comentarista exalta esta qualidade em Rute, sendo, pois, este o ponto que devemos verificar em sua vida para termos um caráter do cristão) é alguém que merece crédito, em quem se pode acreditar e, para que isto aconteça, exige quetenhamos um “grau de fidelidade”, que tenhamos, em nós mesmos, a “marca do original”. Mas que é este “original”?
- Ora, para sabermos o que é este “original” cuja fidelidade devemos ter para podermos ser “confiáveis”, temos de reportar à criação do homem, porquanto saber o que é “original” é irmos até a “origem”. A narrativa bíblica da origem do homem mostra-nos que Deus fez o homem à Sua imagem conforme a Sua semelhança (Gn.1:26) e é bem por isso que Salomão nos diz que Deus fez o homem reto (Ec.7:29).
- O homem foi feito, então, para ser um “reflexo” de Deus, algo que, na face da Terra, reportasse ao Criador, fizesse lembrar o Supremo Ser. Por isso mesmo, entre os atributos dados ao homem estava o livre-arbítrio, a capacidade de escolher entre o bem e o mal, a moralidade, até porque Deus é um ser moral e dotado de liberdade.
- Também, por força desta “imagem e semelhança de Deus”, o ser humano foi, também, dotado de “criatividade”, da capacidade de criar, assim como o Senhor, que é o Criador de todas as coisas, sendo, porém, evidente que o homem somente poderia criar algo a partir do já existente, vez que se tratava ele próprio de uma criatura de Deus.


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fonte: http://www.portalebd.org.br

Lição 07: Rute, uma mulher digna de confiança (Adultos)


Dinâmica: De Moabe a Belém

Objetivo: Contextualizar a história de Rute com a vida dos alunos.

Material:
04 figuras de pés(esquerdo e direito)
01 pão pequeno(pode ser pãozinho de queijo)

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.
- Falem: Do que conhecemos da história de Rute, a situação dela e da sogra(Noemi), quando ainda estavam em Moabe, era uma muito difícil.
- Perguntem: O que pode representar a terra de “Moabe” na vida da gente?
Aguardem as respostas.
Certamente, as respostas vão girar em torno de problemas, dificuldades etc.
- Falem: Não sei qual a situação individual de vocês em “Moabe”. Mas, Deus conhece.
- Falem: Elas foram para Belém de Judá, pois lá não havia mais seca e souberam que Deus havia visitado seu povo.
- Coloquem no centro do círculo as figuras dos pés.
- Falem: Desejamos sair desta situação. Então, estes pés indicam locomoção, saída de lugar para outro, de uma situação para outra.
- Para representar este ato, peçam para que deem um passo à frente.
- Falem: Chegar a Belém é o desejo de vocês. Esperam que Deus também visite vocês e mude a situação.
- Em seguida, façam uma oração pelos alunos, pedindo a Deus que a terra de Moabe, a situação difícil, mude para Belém de Judá, casa de pão.
- Para concluir, entreguem para cada aluno um pão pequeno, pode ser pãozinho de queijo, para representar a mudança de situação tão esperada.


Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Lição 06: Jônatas, um exemplo de lealdade

Adultos - o caráter do cristão: moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO Nº 6 – JÔNATAS, UM EXEMPLO DE LEALDADE

INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo de personagens bíblicas que nos ensinam sobre o caráter cristão, estudaremos hoje Jônatas, o filho de Saul.
- Jônatas é exemplo de leadade na Bíblia.

I – JÔNATAS, O FILHO DE SAUL
- Na continuidade do estudo de personagens bíblicas, estudaremos hoje a vida de Jôntas, o primogênito de Saul, que é um exemplo de lealdade nas páginas sagradas.
- O nome “Jônatas” significa “Jeová tem dado”, “Deus nos deu” ou, ainda, “dado por Deus” nome muito elucidativo, pois, em toda a sua vida, esta personagem tinha pleno discernimento daquilo que Deus tinha dado e a quem o tinha feito, sempre buscando satisfazer e corresponder à vontade do Senhor.
- Jônatas era o filho primogênito de Saul (I Cr.9:39) e, quando seu pai se tornou rei de Israel, naturalmente passou ele a ser o herdeiro presuntivo do trono, ou seja, o príncipe herdeiro e esta condição se verifica logo no aparecimento desta personagem no texto sagrado, vez que ele exsurge nas Escrituras como sendo o responsável por um dos dois batalhões de soldado do recém-formado exército israelita, cuidando da segurança do país em Gibeá de Benjamim (I Sm.13:2).
- T.H. Jones, em o Novo Dicionário da Bíblia, entende que o fato de Jônatas ter sido posto por seu pai como comandante de um dos batalhões do exército de Israel é um indício de que ele já se destacara na primeira ação militar de Saul, quando foi acudir os moradores de Jabes-Gileade contra os amonitas (I Sm.11:1-15), pois não teria sido o mero parentesco que faria com que Saul pusesse Jônatas em posição tão excelente. O próprio pranto de Davi pela morte de Saul e Jônatas dá a entender que sempre estiveram juntos na batalha desde o início até o fim (II Sm.2:23)
OBS: “…Jônatas aparece pela primeira fez no registro bíblico como vitorioso em Geba, o baluarte filisteu, embora a estratégia de seu pai, naquela ocasião, sugira por analogia que ele talvez tivesse feito parte no alívio de Jabes de Gileade (I Sm.11:11;13:2).…” (JONES, T.H. Jônatas. In: DOUGLAS, J.D.(org.). O Novo Dicionário da Bíblia, p.858).
- Encarregado de comandar parte do exército de Israel em Gibeá de Benjamim, Jônatas já demonstrou todo o seu senso de dever e dedicação. Não se contentou em apenas ficar aguardando um eventual ataque dos filisteus, mas sabendo que a presença dos filisteus em Geba, uma aldeia, pertencente a tribo de Benjamim, cerca de 11 km ao norte de Jerusalém e 5 km de Gibeá e havia sido dada em sorte aos levitas (Js.21:17; I Cr.6:60), era algo que não era razoável nem se encontrava na vontade de Deus, resolveu atacar aquela guarnição e, assim, entregar aquela terra a quem deveria possuí-la, que eram os levitas, aqueles que tinham como missão servir ao Senhor.

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COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO



Lição 06: Jônatas, um exemplo de lealdade (Adultos)


Dinâmica: A amizade é como Matemática

Objetivo:
Refletir sobre a importância das amizades, as influências positivas e o cuidado com as negativas.
Material:
Sinais matemáticos de adição, diminuição, multiplicação e divisão, de preferência, feitos de cartolina, cada sinal de uma cor diferente.
01 cartolina para escrever alguns versos(postado abaixo no procedimento)
02 cartolinas(01 para cada grupo)
01 rolo de fita adesiva

Procedimento:
- Coloquem no quadro ou numa cartolina os sinais matemáticos de adição, diminuição, multiplicação e divisão, de preferência, feitos de cartolina, cada sinal de uma cor diferente.
 - Depois, apresentem para os alunos os seguintes versos, escritos numa cartolina:
A amizade é como Matemática:
A alegria é somada.
A tristeza é diminuída.
A confiança é multiplicada.
E felicidade é dividida. (autoria desconhecida).
- Agora, dividam a turma em 02 grupos.
- Entreguem para os alunos a seguinte pergunta, numa cartolina:
Utilizando os símbolos matemáticos, o que vocês desejam que haja na amizade com os colegas?
Se houver dificuldade, peçam para que eles sigam o exemplo dos versos lidos anteriormente, e ainda assim falem:
O que vocês desejam que seja somado na amizade?
O que vocês desejam que seja diminuído na amizade?
O que vocês desejam que seja multiplicado na amizade?
O que vocês desejam que seja dividido(compartilhado) na amizade?
- Deem um tempo de 05 minutos para esta atividade. Depois, cada grupo vai apresentar de forma objetiva o que escreveram na cartolina.
- Para finalizar, reflitam sobre o que os alunos apontaram e enfatizem a importância quanto ao cuidado com as amizades e suas influências positivas e negativas.
Por Sulamita Macedo.
Dinâmica: Árvore dos Amigos

Objetivo: Refletir sobre os laços de amizades e as consequências positivas e negativas desses relacionamentos com os amigos.
Material:
01 desenho de um tronco de uma árvore
Desenho de uma folha de uma árvore para cada aluno
01 rolo de fita adesiva
01 tubo de cola
Desenho de fruto para cada aluno
01 cesta

Procedimento:
- Apresentem um desenho de um tronco de uma árvore.
- Falem que vocês precisam montar uma árvore dos amigos. O que está faltando?
Aguardem as respostas. Certamente, vão dizer que faltam as folhas, os frutos, os nomes dos amigos.
- Então, entreguem o desenho de uma folha de uma árvore para cada aluno e solicitem que escrevam o nome deles.
- Depois, cada um deve colar estas folhas formando a copa da árvore.
- Agora, falem: Agora, sim nossa árvore da amizade está quase pronta. Faltam os frutos!
- Então entreguem o desenho de fruta para cada aluno e peçam para que escrevam nele os resultados de suas amizades.
- Agora, recolham os frutos utilizando a cesta, leiam o que foi escrito e depois colem os frutos na árvore. Pode haver frutos bons e ruins. Aproveitem e trabalhem cada ponto levantando.
- Para concluir falem sobre a amizade e o cuidado de Paulo com Onésimo e depois leiam Pv 17.17 “Em todo tempo ama o amigo e na angústia nasce o irmão”.


Por Sulamita Macedo.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

LIÇÃO Nº 5 – JACÓ, UM EXEMPLO DE UM CARÁTER RESTAURADO

Adultos - o caráter do cristão: moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO Nº 5 – JACÓ, UM EXEMPLO DE UM CARÁTER RESTAURADO

ESBOÇO Nº 5
Jacó é um exemplo de transformação de caráter por Deus
INTRODUÇÃO
- Em continuidade do estudo de personagens bíblicas que nos ensinam sobre o caráter do cristão, estudaremos, hoje, Jacó, cujo nome foi mudado para Israel.
- Jacó é um exemplo de transformação de caráter por Deus.
I – JACÓ, O SUPLANTADOR
- Isaque orou instantemente por vinte anos para que Deus abrisse a madre de sua mulher Rebeca, que era estéril (Gn.25:20,21,26) e Deus ouviu a sua oração. Rebeca engravidou e logo notou que havia gêmeos em seu ventre, que lutavam entre si (Gn.25:22), tendo, então, o Senhor, em resposta à oração de Rebeca, dito que havia duas nações no seu ventre e que o maior serviria o menor (Gn.25:23).
- Portanto, antes mesmo do seu nascimento, Jacó já fora escolhido por Deus para ser o herdeiro da promessa de Abraão (Ml.1:2; Rm.9:13). Deus usou da Sua soberania para escolher Jacó para ser o terceiro patriarca. Tal escolha, porém, não significa, em absoluto, que haja uma predestinação incondicional,que Deus seleciona previamente quem será salvo e quem não o será. Aqui, a escolha dizia respeito à formação da nação de onde viria o Salvador e, como a nação era formada diretamente por Deus, tinha Ele o pleno direito de escolher quem quisesse, sem que isto representasse parcialidade ou injustiça. Já a ideia da predestinação incondicional é incompatível com a assertiva bíblica de que Deus não faz acepção de pessoas (Dt.10:17; At.10:34).
- No nascimento, Esaú nasceu primeiro, tendo sido chamado Esaú porque era cabeludo, sendo também chamado Edom, porque era ruivo, enquanto que o caçula foi chamado de “Jacó”, porque nasceu segurando no calcanhar de seu irmão. Por isso, recebeu o nome de “Jacó”, que significa “suplantador” ou “aquele que segura pelo calcanhar” ou, ainda, “Deus protege”. ‘Suplantar” tem vários significados, entre os quais, segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, “fazer (alguém)perder um favor, um emprego etc., tomando-lhe o lugar; conseguir vantagem sobre (outrem ou si mesmo); sobrepujar(-se), superar(-se); vencer (um obstáculo ou dificuldade); superar”.
- Isaque e Rebeca, portanto, já sabiam de antemão que Jacó era o escolhido para dar seguimento à formação da grande nação prometida a Abraão e na qual seriam benditas todas as famílias da terra (Gn.12:1-3) e as circunstâncias do nascimento que levaram, inclusive, à concessão dos nomes aos filhos gêmeos, também já mostravam que Jacó ocuparia o lugar que, por direito, seria de seu irmão primogênito, mas, infelizmente, se esqueceram de tal afirmação divina e se deixaram inclinar por suas predileções pessoais. Isaque preferia Esaú, porque seu comportamento lhe agradava, assim como Rebeca preferia Jacó também por causa daconduta de seu filho caçula. Como já vimos na lição 12, esta atitude acabou levando à própria destruição do lar do segundo patriarca.
- O fato é que, num certo dia, quando Esaú voltava do campo, cansado, Jacó estava preparando um guisado vermelho. Esaú, então, pediu o guisado a Jacó e este, ardilosamente, resolveu vendê-lo, trocando o prato de lentilhas pela primogenitura de Esaú e este, desprezando a bênção espiritual que tinha, alienou-o, demonstrando, com isso, que era uma pessoa profana (Hb.12:16), ou seja, que desprezava as bênçãos espirituais, sendo mais guiado pelo instinto, pela carnalidade (Gn.25:30-34).
- Jacó demonstrava, assim, ser realmente um “suplantador”, pois conseguira obter para si a bênção que, por direito, pertencia a Esaú, tomando-lhe o lugar. No entanto, é preciso observar que Jacó dava valor à bênção da primogenitura, à promessa divina de constituição de uma nação que faria benditas todas as famílias da terra, enquanto que Esaú simplesmente desprezava esta bênção espiritual, sendo pessoa presa às coisas desta vida, sendo pessoa que não tinha qualquer consideração pela eternidade, pelo relacionamento com Deus.
- Jacó, portanto, desde o início de sua vida, mostrava-se apto para ser um patriarca, porque dava valor às coisas espirituais, porque, como diz o escritor aos hebreus, não tinha como alvo este mundo terreno, mas, sim, a cidade celestial, a vida eterna com Deus (Hb.11:9,10,13-16). Neste sentido, aliás, temos aqui o outro significado de “suplantador”, ou seja, “aquele que se supera”, aquele que quer ir além da posição onde se encontra. Na Sua presciência, Deus amou Jacó precisamente por causa do valor que Jacó dava ao relacionamento com o Senhor.
- Quando Isaque adoeceu e achou que iria morrer, mesmo sabendo que Jacó era o escolhido de Deus, quis dar a sua bênção para Esaú e, por isso, mandou que seu primogênito lhe preparasse uma caça. Rebeca, sabendo disto, resolveu enganar o seu marido, a fim de que a bênção fosse dada a Jacó e instigou seu filho a participar deste engodo. Jacó, mediante engano, obteve a bênção de seu pai (Gn.27:1-29).

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COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

Lição 5 - Jacó, um exemplo de um caráter restaurado - Ev. Caramuru Afonso Francisco