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Escola Bíblica Dominical

Escola Bíblica Dominical
Coordenador Geral Ev. Jorge Augusto

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

LIÇÃO Nº 13 – SOBRE A FAMÍLIA E A SUA NATUREZA

TERCEIRO TRIMESTRE DE 2017
Adultos - A razão da nossa fé: assim cremos, assim vivemos
COMENTARISTA: ESEQUIAS SOARES DA SILVA

COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

ESBOÇO Nº 13

CREMOS
(…)
16. Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo de criação geneticamente determinado (Gn.2:18; Jp;2:1,2; Gn.2:24; 1:27).

INTRODUÇÃO
- Numa feliz iniciativa, a Declaração de Fé da CGADB incluiu um item que fala da doutrina bíblica da família, alvo de ataques imensos por parte do inimigo de nossas almas na atualidade.
- A família, instituição divina, somente pode ter o modelo elaborado por seu criador, o próprio Deus, cujo manual outro não é senão a Bíblia Sagrada..

I - CONCEITO E ATRIBUIÇÕES DA FAMÍLIA
- O primeiro grupo social a que uma pessoa pertence é a família, grupo criado pelo próprio Deus (Gn.2:23,24) e que procura suprir as necessidades sentimentais, afetivas e emocionais básicas do ser humano. A função da família é, precisamente, impedir que haja o sentimento de solidão, que caracterizava Adão antes da formação da mulher (Gn.2:20).
- Os homens, mesmo, sem conhecer a Palavra de Deus, reconhecem o papel fundamental que a família exerce na vida de um homem. A Declaração Universal dos Direitos do Homem afirma que "…a família é o núcleo natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção da sociedade e do Estado." (artigo XVI, nº 3), preceito que é repetido pela Constituição brasileira, que afirma que "…a família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado…" (art.226). Entretanto, apesar dos preceitos normativos solenes, o adversário tem realizado um trabalho terrível de destruição contra a família, até porque seu trabalho é o de matar, roubar e destruir (Jo.10:10).
- Deus não só criou a família como estabeleceu quais as regras e as condutas que devem ser observadas pelos membros da família. As Escrituras trazem quais os parâmetros do relacionamento entre cônjuges, entre pais e filhos e entre irmãos. O segredo da felicidade no relacionamento familiar está em ter uma conduta conforme a Bíblia Sagrada.
- Como a família foi criada


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Dinâmica Lição 13: Sobre a Família e a sua Natureza


Dinâmica: Ele e Ela

Objetivo: Estudar sobre o modelo bíblico para o casamento.

Material:
01 tesoura
Nomes de casais da Bíblia digitados(os nomes devem estar lado a lado, por exemplo ADÃO   EVA)
Vejam esta lista de 20 casais:
Adão e Eva
Abraão e Sara
Isaque e Rebeca
Sansão e Dalila
Elcana e Ana
Jacó e Raquel
Boaz e Rute
Zacarias e Isabel
José e Maria
Ananias e Safira
Áquila e Priscila
Acabe e Jezabel
Amã e Zeres
Assuero e Ester
Nabal e Abigail
Elimeleque e Noemi
Moisés e Zípora
José(governador) e Azenate
Esaú e Judite
Davi e Mical

Procedimento:
- Observem o número de alunos, pois é importante que a quantidade seja par. Se um aluno sobrar, um professor pode formar dupla com ele.
- Observação estas orientações:
Se vocês tiverem 20 alunos, vocês formarão 10 casais. Daí, a importância de só cortar os nomes dos membros que formam o casal, quando tiver certeza da quantidade.
Cuidado para não distribuir nome de um membro de um casal e não haver o seu par, por exemplo: alguém recebeu o nome DAVI e ninguém recebeu MICAL.
Vocês podem indagar: E se minha classe for só de mulheres, ou só de homens, ou mesmo mista e não conseguir formar casal mulher com homem?
A ideia aqui é a formação de casais da Bíblia, não tem ou não deve haver qualquer conotação de formação de casais do mesmo sexo.
- Atentando, para as informações já expostas, distribuam os nomes dos membros dos casais.
- Agora, solicitem para que formem os pares, por exemplo: Zacarias deve procurar Izabel e vice-versa etc.
- Quando os casais estiverem formados, organizem todos os pares em um círculo.
- Falem: A ideia aqui é a formação de casais da Bíblia, não tem ou não deve haver qualquer conotação de formação de casais do mesmo sexo.
- Peçam para que os casais se apresentem, falando: Eu sou Ananias, eu sou Safira...
- Falem: O que vocês observam desta formação dos casais?
Aguardem as respostas.
Espera-se que os alunos apontem que cada casal é formado por homem e mulher.
- Falem que este é o modelo de casamento bíblico e em seguida leiam:
“E criou Deus o homem à sua imagem; á imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou” (Gn 1.27).
“Portanto, deixará o varão o seu e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gn 2.24).
- Agora, iniciem o estudo sobre o casamento bíblico.
Por Sulamita Macedo.
Sugestão para a conclusão do trimestre:



Que tal fazer uma revisão sobre Declaração de Fé da Assembleia de Deus?

Para isso, utilizem 16 envelopes, coloquem dentro de cada deles, uma parte da Declaração de Fé, conforme descrição abaixo. Por fora do envelope, escrevam o nome que está em negrito, para identificação.
No momento da conclusão, entreguem os 16 envelopes para os alunos.
Peçam que um aluno de cada vez leia o que consta por fora do envelope e em seguida o que está dentro dele.
Por fim, todos devem ler: Nós cremos na Bíblia Sagrada, em Deus, na Trindade, em Jesus Cristo, no Espírito Santo, na Pecaminosidade humana, no Novo Nascimento,  na Igreja, no Batismo por imersão, na Santidade, no Batismo no Espírito Santo, nos Dons espirituais, na Segunda vinda de Cristo,  no Tribunal de Cristo, no Juízo Final, no Casamento e na família.

Bíblia Sagrada: Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17);
Deus/Trindade: Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por .um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn 1.1; 2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);
Jesus Cristo: No Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16-18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);
Espírito Santo: No Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial com o Pai e o Filho, Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera o pecador; que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2 Co 13.13; 2 Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo 16.11; Tt 3.5; 2 Pe 1.21 e Jo 16.13);
Pecaminosidade humana: Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus (Rm 3.23; At 3.19);
Novo Nascimento: Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito no Reino dos Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);
No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);
Igreja: Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus (1 Co 12.27; Jo 4.23; 1 Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);
Batismo por imersão: No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);
Santidade: Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de Jesus Cristo (Hb 9.14; 1 Pe 1.15);
Batismo no Espírito Santo: No batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus Cristo, demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4;10.44-46; 19.1-7);
Dons espirituais: Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme sua soberana vontade para o que for útil (1 Co 12.1-12);
Segunda vinda de Cristo: Na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com a sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1 Ts 4.16, 17; 1 Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc14.5; Jd 1.14);
Tribunal de Cristo: No comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados, para receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra (2 Co 5.10);
Juízo Final: No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que morrerem durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos(Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4);


Casamento: Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo de criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn 2.24; 1.27).

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Subsídio Lição 12 - O mundo vindouro

TERCEIRO TRIMESTRE DE 2017
Adultos - A razão da nossa fé: assim cremos, assim vivemos
COMENTARISTA: ESEQUIAS SOARES DA SILVA

COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ESBOÇO Nº 12
CREMOS
(…)
14. No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que morrerem durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos (Mt.25:46; Is.65:20; Ap.20:11-15; 21:1-4).

INTRODUÇÃO
- A doutrina cristã contém a crença na eternidade, na existência de um “mundo vindouro”, onde se selará o destino eterno dos homens conforme a resposta que derem à proposta salvadora do seu Criador.
- Cremos, por isso, no Juízo Final, bem como nas moradas eternas dos homens: o lago de fogo e enxofre e o céu.

I – O JUÍZO FINAL
- Depois da rebelião final, quando serão mortos os que, de forma muitíssimo ingrata, terão querido destronar o Senhor Jesus do reino milenar, céus e terra atuais deixarão de existir, pois terá se concluído a obra restauradora de Cristo.
- Cumprida a obra restauradora de Cristo, não haverá mais razão para que existam os atuais céus e Terra e o Senhor, então, iniciará o processo para instituição de novos céus e nova terra, onde habitará a justiça (II Pe.3:13).
- Para tanto, iniciará executando a sentença já proferida na eternidade passada com relação ao diabo e seus anjos. Como nos mostra Ap.20:10, após a descida de fogo do céu que destruirá os rebeldes do milênio, o diabo e seus anjos serão lançados no lago de fogo e enxofre. A justiça começa a ser feita a partir dos primeiros pecadores, que foram estes seres angelicais que se rebelaram contra Deus nos céus.
- O diabo e seus anjos já foram condenados desde o instante em que foram expulsos dos céus em virtude de sua rebelião, mas a execução desta sentença somente se dará no final dos atuais céus e terra. O lago de fogo e enxofre já está preparado para eles desde a eternidade passada (Mt.25:41) e receberá estes seres nesta ocasião.
- Tem fim aqui a trajetória declinante contínua de Satanás e de seus anjos. Expulso do céu (Lc.10:18), foi para as regiões celestiais (Ef.6:12), de onde será expulso novamente por ocasião do início da Grande Tribulação (Ap.12:7-9), sendo levado para a Terra, de onde será retirado por ocasião do início do Milênio, quando será lançado no abismo (Ap.20:1-3). Depois de solto por um pouco de tempo, será, por fim, lançado no lugar a ele destinado, o lago de fogo e de enxofre.


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Dinâmica Lição 12: O Mundo Vindouro


Dinâmica: O Reino do Messias

Objetivo:
Estudar as características do reino do Messias – Novo Céu e Nova Terra.

Material:
01 coroa
01 quadro ou 01 cartolina
01 caixa
Nomes digitados e recortados sobre as características do reino do Messias(ver no procedimento)

Procedimento:
Antes da aula:
- Coloquem dentro da caixa as características do reino do messias, uma separada da outra.
Na aula:
- Coloquem no quadro o nome “Reino do Messias” e apresentem a coroa ou uma figura dela.
- Depois, falem sobre os acontecimentos que estamos vivenciando – o mundo sem paz e amor, injustiça, desigualdade social, falta de moradia, problemas na saúde, morte, violência, guerra.
Aproveitem e falem sobre os acontecimentos mais recentes que foram divulgados na mídia.
- Falem: Vocês já imaginaram como será o reino do Messias com relação a estas questões que afligem a humanidade?
Registrem as respostas dos alunos no quadro ou cartolina.
- Depois, apresentem 01 caixa, falando que nela há uma revelação a ser feita sobre as características do reino do Messias.
Nesse momento, peçam para que um aluno retire 01 característica e leia para classe. Repitam este procedimento até a última característica.
Paz abundante - Is 54.13
Guerra não haverá –  Is 2.4
Justiça haverá – Is 11.2 a 4
Habitação para todos – Is 65.21, 22
Longevidade e saúde haverá – Zc 8.4,5
Morte será rara – Is 65.20
Fertilidade humana aumentada – Zc 8.5
Ferocidade dos animais não haverá – Is 11. 6-9
Quando o aluno fizer a leitura da característica, outro aluno deverá ler a referência. Então, vocês devem entregar a referência para 8 alunos, logo no início da dinâmica,  para que procurem na Bíblia e deixem marcada para ler no momento que for solicitado.
- Falem: A terra será restaurada e o nosso corpo será diferente, isto é, glorificado.
- Para, concluir perguntem:
Quer participar do reino com estas características?
Estão se preparando a vinda de Jesus?
Por Sulamita Macedo.
Sugestão para a conclusão do trimestre:

Que tal fazer uma revisão sobre Declaração de Fé da Assembleia de Deus?
Para isso, utilizem 16 envelopes, coloquem dentro de cada deles, uma parte da Declaração de Fé, conforme descrição abaixo. Por fora do envelope, escrevam o nome que está em negrito, para identificação.
No momento da conclusão, entreguem os 16 envelopes para os alunos.
Peçam que um aluno de cada vez leia o que consta por fora do envelope e em seguida o que está dentro dele.
Por fim, todos devem ler: Nós cremos na Bíblia Sagrada, em Deus, na Trindade, em Jesus Cristo, no Espírito Santo, na Pecaminosidade humana, no Novo Nascimento,  na Igreja, no Batismo por imersão, na Santidade, no Batismo no Espírito Santo, nos Dons espirituais, na Segunda vinda de Cristo,  no Tribunal de Cristo, no Juízo Final, no Casamento e na família.
Bíblia Sagrada: Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17);
Deus/Trindade: Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por .um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn 1.1; 2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);
Jesus Cristo: No Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16-18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);
Espírito Santo: No Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial com o Pai e o Filho, Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera o pecador; que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2 Co 13.13; 2 Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo 16.11; Tt 3.5; 2 Pe 1.21 e Jo 16.13);
Pecaminosidade humana: Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus (Rm 3.23; At 3.19);
Novo Nascimento: Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito no Reino dos Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);
No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);
Igreja: Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus (1 Co 12.27; Jo 4.23; 1 Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);
Batismo por imersão: No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);
Santidade: Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de Jesus Cristo (Hb 9.14; 1 Pe 1.15);
Batismo no Espírito Santo: No batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus Cristo, demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4;10.44-46; 19.1-7);
Dons espirituais: Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme sua soberana vontade para o que for útil (1 Co 12.1-12);
Segunda vinda de Cristo: Na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com a sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1 Ts 4.16, 17; 1 Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc14.5; Jd 1.14);
Tribunal de Cristo: No comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados, para receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra (2 Co 5.10);
Juízo Final: No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que morrerem durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos(Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4);
Casamento: Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo de criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn 2.24; 1.27).

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Lição 11: A Segunda Vinda de Cristo

TERCEIRO TRIMESTRE DE 2017
Adultos - A razão da nossa fé: assim cremos, assim vivemos
COMENTARISTA: ESEQUIAS SOARES DA SILVA

COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

ESBOÇO Nº 11
CREMOS
(…)
13. Na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira, — invisível ao mundo, para arrebatar a Sua Igreja antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com a Sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (I Ts.4:16,17; I Co.15:51-54; Ap.20:4; Zc.14:5; Jd.14).

I – A DOUTRINA DAS ÚLTIMAS COISAS: ESCATOLOGIA
- Uma das doutrinas bíblicas, como vimos, diz respeito ao ensino do que Deus nos revelou a respeito das profecias relacionadas com o término da dispensação da Igreja e os fatos subsequentes até o final da história humana, ou seja, a chamada “doutrina das últimas coisas”, isto é, o ensino a respeito dos últimos fatos que acontecerão na história da humanidade, doutrina esta que recebeu o nome grego de “Escatologia”, palavra que significa literalmente “estudo das últimas coisas”, pois vem do grego “escata”, que significa, as últimas coisas, e “logos”, estudo.
- Antes de dar início ao estudo da doutrina das últimas coisas, devemos entender, primeiramente, porque e para que Deus quis deixar revelado ao homem o que iria acontecer, que é, precisamente, o objeto desta doutrina bíblica. Ao mostrar as coisas que ainda iriam ocorrer, Deus quis não saciar uma natural curiosidade do homem a respeito do futuro, que poderíamos, inclusive, dizer que se trata de uma nota da própria natureza humana, mas, sobretudo, mostrar, com isso, pelo menos três coisas, a saber:
a) Deus é soberano e, portanto, O Senhor de todas as coisas, inclusive da história, a ponto de poder dizer, com antecedência, o que irá acontecer.
b) O homem que decide servir a Deus não precisa ficar atônito com relação ao futuro, pois sabe o que irá acontecer, porque certas coisas têm acontecido, diante da revelação divina.
c) O homem que decide servir a Deus, por saber o que, porque e para que as coisas à sua volta estão acontecendo, tem renovada a sua fé, aumentada a sua esperança bem como o seu ânimo em servir ao Senhor enquanto aqui viver.


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Dinâmica Lição 11: A Segunda Vinda de Cristo



Dinâmica: Prestando contas

Objetivos:
Estudar sobre o Tribunal de Cristo e os galardões.
Refletir sobre o julgamento que participaremos no Tribunal de Cristo.

Material:
Figuras de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno e palha.
01 caixa ou uma cesta
01 quadro ou cartolina
01 marcador para quadro branco ou pincel atômico
01 coroa(pode ser de metal dourado ou confeccionada de cartolina coberta com papel laminado dourado)

 Procedimento:
- Coloquem numa caixa ou cesta os 06 tipos de figuras. Estas figuras deverão estar repetidas. Deve haver uma quantidade bem maior que o número de alunos.
- Passem a cesta e para que cada aluno retire 01 figura que melhor representa as atitudes e ações que ele tem feito na obra do Senhor.
- Escrevam no quadro a expressão “Tribunal de Cristo”.
- Falem que um dia seremos julgados, nosso atos serão avaliados no Tribunal de Cristo, evento esse que acontecerá após o Arrebatamento.
- Falem: o Juiz será Jesus. Nossas obras serão julgadas, queimadas conforme I Co 3. 12 a 15.
As nossas obras poderão ser jugadas como ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno ou palha.
- Perguntem: Qual o tipo de figura que você escolheu? Por quê?
Faça um levantamento dos tipos de figuras escolhidas.  Certamente que a maioria, senão todos, tenham escolhido ouro, prata ou pedras preciosas. Mas, pode ocorrer que alguns tenham escolhido madeira, feno ou palha.
- Falem: Nós julgamos que nossas obras são de ouro, prata ou pedras preciosas, mas Jesus o justo juiz, aquele que conhece o nosso interior, nossas intenções com relação as atividades que desempenhamos, é que julgará com reta justiça nossas obras.
- Depois, receberemos galardões(apresentem uma coroa, para representar os galardões). Vejamos o que o apóstolo Paulo afirma sobre isto:
“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda”(2 Timóteo 4:7,8).
- Depois, iniciem o estudo da lição.
Por Sulamita Macedo.


Sugestão para a conclusão do trimestre:

Que tal fazer uma revisão sobre Declaração de Fé da Assembleia de Deus?

Para isso, utilizem 16 envelopes, coloquem dentro de cada deles, uma parte da Declaração de Fé, conforme descrição abaixo. Por fora do envelope, escrevam o nome que está em negrito, para identificação.
No momento da conclusão, entreguem os 16 envelopes para os alunos.
Peçam que um aluno de cada vez leia o que consta por fora do envelope e em seguida o que está dentro dele.
Por fim, todos devem ler: Nós cremos na Bíblia Sagrada, em Deus, na Trindade, em Jesus Cristo, no Espírito Santo, na Pecaminosidade humana, no Novo Nascimento,  na Igreja, no Batismo por imersão, na Santidade, no Batismo no Espírito Santo, nos Dons espirituais, na Segunda vinda de Cristo,  no Tribunal de Cristo, no Juízo Final, no Casamento e na família.
Bíblia Sagrada: Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17);
Deus/Trindade: Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por .um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn 1.1; 2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);
Jesus Cristo: No Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16-18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);
Espírito Santo: No Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial com o Pai e o Filho, Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera o pecador; que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2 Co 13.13; 2 Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo 16.11; Tt 3.5; 2 Pe 1.21 e Jo 16.13);
Pecaminosidade humana: Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus (Rm 3.23; At 3.19);
Novo Nascimento: Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito no Reino dos Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);
No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);
Igreja: Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus (1 Co 12.27; Jo 4.23; 1 Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);
Batismo por imersão: No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);
Santidade: Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de Jesus Cristo (Hb 9.14; 1 Pe 1.15);
Batismo no Espírito Santo: No batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus Cristo, demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4;10.44-46; 19.1-7);
Dons espirituais: Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme sua soberana vontade para o que for útil (1 Co 12.1-12);
Segunda vinda de Cristo: Na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com a sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1 Ts 4.16, 17; 1 Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc14.5; Jd 1.14);
Tribunal de Cristo: No comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados, para receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra (2 Co 5.10);
Juízo Final: No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que morrerem durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos(Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4);

Casamento: Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo de criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn 2.24; 1.27).

Por Sulamita Macedo.
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Subsídio Lição 10 - As manifestações do Espírito Santo


Adultos - A razão da nossa fé: assim cremos, assim vivemos
COMENTARISTA: ESEQUIAS SOARES DA SILVA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO Nº 10 – AS MANIFESTAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO

ESBOÇO Nº 10
CREMOS
(…)
12. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme Sua soberana vontade para o que for útil (I Co.12:1-12).

INTRODUÇÃO
- Uma das características do movimento pentecostal é a crença de que o Espírito Santo atua na Igreja hoje como atuou nos dias dos apóstolos.
- O Espírito Santo é Deus, portanto, não muda e como atuou nos tempos apostólicos, atua ainda hoje, com o batismo no Espírito Santo e os dons espirituais.

I – A SALVAÇÃO NÃO SE CONFUNDE COM O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO
- A primeira operação do Espírito Santo, na atual dispensação, diz-nos Jesus, ao anunciar a Sua vinda a Terra, seria o convencimento do pecador: "E, quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo" (Jo.16:8). O Espírito Santo atua sobre a alma do pecador, a fim de que ela possa se arrepender dos seus pecados e decidir aceitar a Cristo como Seu único e suficiente Salvador. Quando isto ocorre, temos a primeira operação que foi atribuída ao Espírito Santo nesta dispensação: o novo nascimento.
- O novo nascimento é o único ato pelo qual alguém pode entrar no reino de Deus (Jo.3:5). Trata-se de um ato sobrenatural, espiritual, que é levado a efeito pelo Espírito Santo e pela Palavra de Deus, como nos esclarece Jesus ao ministrar este ensinamento ao mais sábio dos mestres judeus da época, Nicodemos. A Palavra de Deus é o veículo pelo qual chega ao conhecimento do homem a fé salvadora (Rm.10:17) e é através dela que o homem é lavado e pode se apresentar limpo na presença de Deus (Jo.15:3).
- No entanto, a atuação da Palavra de Deus para a limpeza espiritual, para a lavagem da regeneração (Tt.3:5), depende de um ato de vontade do homem, da sujeição do homem pela Palavra, algo que não advém simplesmente pelo ouvir pela Palavra de Deus, mas que depende da aceitação da palavra por parte do homem. É por isso que o salmista adverte que, se ouvirmos a voz de Deus, não podemos endurecer os nossos corações (Sl.95:7,8), numa clara indicação de que alguém pode ouvir a palavra de Deus mas, nem por isso, nascer de novo. O próprio Jesus deu-nos conta disso, ao dizer que nem todos os integrantes do corpo apostólico estavam limpos, apesar de todos terem ouvido, à exaustão, os Seus ensinos (Jo.13:10 "in fine"), como também ao comparar ao homem prudente aqueles que ouvem e que praticam a Palavra de Deus (Mt.7:24), enquanto que, quem ouve mas não cumpre, este seria o insensato (Mt.7:26).
- Se a Palavra de Deus é um elemento indispensável para o novo nascimento, mas não suficiente, tem-se que o ser humano, para alcançar a salvação, depende de aceitar esta Palavra e este gesto, também, não é fruto do discernimento do espírito ou da alma humanos, mas é o resultado de uma manifestação da graça divina, qual seja, a atuação do Espírito Santo no convencimento do homem do pecado, da morte e do juízo.

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fonte: http://www.portalebd.org.br/